Modelos climáticos indicam possibilidade de fortes chuvas entre domingo e segunda-feira
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Modelos climáticos mostram que poderá haver chuva muito forte atingindo a Grande São Paulo, de domingo para segunda-feira:

Na segunda-feira a situação parece ficar bem ruim. Mas como são modelos climáticos, não há certeza, mas como a situação no Sul do país chegou a extremos, é bom tomar todo cuidado:

Na imagem de satélite já é visível a formação do ciclone na costa do Brasil
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O ciclone que poderá trazer chuvas fortes para São Paulo no Domingo e segunda-feira já mostra-se na imagem de satélite: (MASTER – IAG – USP)

Acompanhamento do sistema de baixa pressão que continua em formação
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O sistema de baixa pressão que não é tufão, como na marchinha de carnaval, está se organizando e gradualmente se aprofundando no litoral dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. O sistema deve se deslocar para o sul, conforme todas as simulações computadorizadas. Chama a atenção que os modelos europeu, ETA e canadense aproximam este sistema das costas de Santa Catarina e do Paraná antes de afastá-lo depois novamente para uma maior distância da costa à medida que se ele avança para o sul. O desenho clássico em espiral de um ciclone poderia se fazer presente durante a trajetória para o sul na altura do Sul do Brasil, uma vez que a imagem de satélite de agora mostra o sistema recém se organizando.
Não se vislumbra um risco maior iminente de vento na costa por conta desta área de baixa pressão, exceto em alto mar, mas áreas mais próximas do litoral entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro podem enfrentar chuva localmente forte a intensa por conta da circulação de umidade a partir da baixa. Um ponto que vamos monitorar atentamente é a existência ou não de um circulação fechada em superfície do vento (LLC ou low level circulation), um eventual despreendimento da baixa do ramo frontal da ZCAS assim como a existência ou não de convecção junto ao centro da baixa, o que poderia sinalizar uma transição de extratropical para subtropical ou tropical. O modelo canadense insiste que este sistema poderia adquirir um centro quente (warm core), o que algumas outras simulações não sugerem. Veja a projeção de centro quente para a baixa feita pelo modelo global da Enviroment Canada.
Dados colhidos da Metsul Meteorologia:
Países nórdicos se organizam à uma possível crise pandêmica
Os países nórdicos continuar à frente dos esforços conjuntos preparação para uma eventual surto gripe das aves.
É no entanto demasiado cedo para planejar para uma vacinação coletiva diante dos problemas técnicos enfrentados , isso segundo declaração conjunta pelos ministros da Saúde, na Finlândia, Suécia, Noruega, Dinamarca e Islândia.
A preparação do países nórdicos à uma possível pandemia foi um tópico de discussão em uma conferência de alto nível em Estocolmo, na terça-feira. As conversações centraram sobre a cooperação no sentido de garantir o fornecimento da vacina no caso de um surto de gripe das aves da região nórdica.
A preparação da pandemia continuará a ser um tema de alta prioridade durante todo o ano, nas reuniões do Conselho Nórdico de Ministros, um fórum para os nórdicos governamentais de cooperação.
Metsul meteorologia explica sobre o fenômeno ciclônico.
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Abaixo segue informações veiculadas no Blog da Metsul, em comentário às diversas notícias e informações equivocadas que estão sendo transmitidas principalmente pela TV. A ítegra pode ser lida no blog da Metsul, em www.metsul.com
…Reportagem publicada durante o dia na internet assinalou que o “o ciclone extratropical que estava se formando na costa de São Paulo e que poderia trazer chuvas e ventos fortes para o Sudeste e Sul do País é fraco e não deve provocar transtornos à população”. O sistema pode acabar sendo fraco, mas dificilmente não trará transtornos à população em nossa avaliação. Mais do que isso, como pode se dizer que o ciclone “estava” se formando se ele sequer se formou ainda na costa paulista. Todos os modelos numéricos, sem exceção, indicando o processo de ciclogênese entre quarta e quinta-feira, mas, sobretudo, durante a quinta-feira. O aprofundamento do sistema de baixa entre São Paulo e o Mato Grosso do Sul combinado com o fluxo de umidade oriundo da costa determina já transtornos à população. O estado de São Paulo vive um dia por demais chuvoso com precipitações excessivas em diversas localidades, condição que era alertada durante o fim de semana neste espaço. Foi o maior volume de chuva desde o começo de 2008, apesar de o ano ter apenas 28 dias, na capital paulista. O avanço do centro de baixa responsável por intensas áreas de instabilidade no Centro-Oeste para leste nos leva a reiterar a advertência sobre o risco de chuva muito forte a intensa em pontos da Região Sudeste, especialmente em São Paulo, com prováveis novos transtornos para a população. Bandas de circulação da baixa com intensos núcleos convectivos eram observados no começo desta noite no noroeste e no norte do estado paulista (imagem de satélite abaixo). Com a baixa instalada nas próximas 48 horas na região a expectativa é que o risco de intensas precipitações seja mais generalizado, especialmente considerando que a atmosfera em altura está aquecida e que o fluxo de ar frio se dá em superfície. No litoral paulista, onde pode ventar com intensidade moderada a forte, há o agravente do efeito orográfico da Serra do Mar que pode resultar em acumulados muito excessivos.
Sistema de baixa se intensifica sobre o Centro-Oeste
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A imagem de satélite desta manhã (abaixo) mostra uma frente fria no leste da Argentina, nebulosidade baixa associada a um sistema de alta pressão no Atlântico na altura do paralelo 30 e fortes áreas de instabilidade associadas à rotação no sentido horário de um sistema de baixa pressão no Centro-Oeste do Brasil. O aprofundamento deste sistema de baixa no Brasil Central nas próximas 24 horas deve resultar em chuva localmente forte a intensa em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo.
O sistema de baixa pressão, que alguns modelos desenvolvem e aprofundam depois como um ciclone na costa, é justamente este que se encontra no Centro-Oeste do Brasil. Observem, entretanto, o que há ao redor desta área de baixa pressão. No Prata, atua uma frente fria de fraca atividade. No Atlântico Sul ainda persiste o sistema de alta pressão responsável pela temperatura baixa desta segunda quinzena de janeiro. Tanto a alta pressão como o sistema frontal são sistemas hostis ao desenvolvimento de ciclones mais profundos, ou seja, em palavras simples e diretas, tornam desfavorável o cenário para a formação de uma tempestade de maior magnitude na eventualidade de um ciclone de natureza tropical. Sob este contexto, acredito que esteja o motivo para alguns modelos globais, como o norte-americano GFS, não estarem indicando nenhum fenômeno extremo. Pelo mesmo motivo, não devem ser alimentadas grandes expectativas no presente momento quanto a este sistema. Mesmo se ele adquirir características subtropicais ou quiçá tropicais (o que é mais raro e não tem nada de comum em termos de climatologia brasileira), como sugere o NOAA e alguns modelos (ver imagem abaixo), o ambiente não parece favorável por momento à evolução para um fenômeno de maior escala.
NOAA: Ciclone subtropical pode se formar na costa de São Paulo
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É natural que diante da afirmação sobre a possibilidade de um ciclone de natureza tropical haja angústia, especialmente nas áreas costeiras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, onde um devastador ciclone tropical de categoria 2 na escala Saffir-Simpson dos furacões provocou destruição em março de 2004. Desde então houve pelo menos três ocorrências de ciclones tropicais/subtropicais (depressão tropical e tempestade tropical) na costa do Sul do Brasil e uma na costa do Espírito Santo em 2006. O fato de sermos uma voz solitária desde sábado nas afirmações de que algo ‘diferente’ pode se formar, obviamente, induz dúvidas no público. O que eles estariam enxergando ? Pois, atentem, não estamos desde sábado vendo ‘fantasmas’. Os modelos são claros em indicar algo que foge do padrão normal dos nossos sistemas de baixa ou ciclones extratropicais, fenômenos absolutamente recorrentes e comuns em nossa climatologia regional brasileira.
O NOAA, em seu boletim diário para a América do Sul, informou na tarde desta segunda-feira sobre a perspectiva de um ciclone subtropical na costa do estado de São Paulo. Diz o boletim da agência de Meteorologia dos Estados Unidos: “Uma baixa em níveis médios e altos da atmosfera com centro frio (cold core) vai induzir uma onda em superfície no final do ramo frontal na costa de São Paulo na metade da semana. Esta baixa deve se aprofundar entre 96 e 108 horas. Os modelos indicam características de centro quente (warm core) no ciclone de baixos níveis enquanto a perturbação reteria características de centro frio (cold core) até 120 horas. Assim, esta sistema deve adquirir características de ciclone subtropical”. Veja
Um ciclone subtropical possui características tanto de um ciclone extratropical como tropical. No Atlântico Norte, as tempestades substropicais recebem nomes pelo Centro Nacional de Furacões (NHC). Logo, se este sistema previsto pelo NOAA para se formar no litoral paulista fosse registrado na costa da Flórida, ele receberia o primeiro nome da lista de 2008 que é Arthur. A primeira tempestade de 2007 no Atlântico, Andréa, era substropical (foto acima de Andrea na costa da Flórida). Gabrielle, a sétima tormenta de 2007 no Atlântico, nasceu como uma tempestade subtropical na costa das Carolinas e evoluiu para uma tempestade puramente tropical. O mesmo ocorreu com o ciclone Jerry em setembro do ano passado. Em dezembro, Olga surgiu como uma tempestade subtropical na costa norte de Porto Rico e passou logo à condição de tempestade tropical. Os ciclones subtropicais têm características tanto de um sistema extratropical como tropical, podendo apresentar um warm core (núcleo quente). Podem se apresentar na forma de uma baixa fria em altos níveis da atmosfera com o raio de vento forte se estendendo por uma região muito grande. Por outro lado, se dão também a partir de um sistema de baixa pressão de mesoescala dentro ou próximo a uma zona de divergência de vento em frontólise (frente fria em dissipação). Estas baixas de mesoescala tanto podem ter centro quente como frio. Uma vez que estes sistemas tropicais podem ter uma transição para características tropicais, esta baixa prevista para o litoral do Sudeste pelo NOAA e sugerida pela maioria dos modelos exigirá enorme monitoramento. Alertamos que esta baixa poderá trazer muita chuva e vento para região. O modelo europeu sinaliza chuva excessiva nesta semana para uma área que vai entre o litoral do Paraná e a costa do Rio de Janeiro, mas especialmente no litoral de São Paulo. Trata-se de uma região já castigada por inundações neste mês, logo o solo está saturado e há preocupação com deslizamentos. As condições de navegação entre o litoral da Região Sul e a costa do Sudeste devem se deteriorar ainda muito no decorrer da semana. Neste momento é um sistema que gera maior preocupação na costa do Sudeste, mas ainda existem simulações indicando o seu avanço para o litoral do Sul do Brasil. |
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Autor: Eugenio Hackbart |
- Metsul Meteorologia
Avaliação dos modelos climáticos segue dividida sobre ciclone
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Sobre a possível ocorrência de um ciclone tropical nesta semana no litoral brasileiro: Avaliando-se dez diferentes modelos, verifica-se que eles se dividem em dois macro cenários. Ambos indicam a formação do sistema de baixa pressão entre o Paraguai e o Mato Grosso do Sul com evolução para o estado de São Paulo. A partir deste momento começa a divergência. No primeiro cenário, a baixa ganha força sobre o mar entre os litorais paulista e paranaense, permanecendo sempre sobre o oceano até se dissipar. O segundo, refletido em especial no ETA, indica a baixa evoluindo pelo continente até o Rio Grande do Sul, onde avançaria para o mar com aprofundamento ainda maior. No primeiro cenário, que prevê o aprofundamento do sistema no litoral da Região Sudeste, o sistema de baixa poderia ter dois comportamentos distintos. Os modelos europeu, canadense e o global brasileiro deslocam a baixa para o sul a uma grande distância do continente sem reflexos maiores para o Sul do Brasil. Já os modelos japonês e europeu resolvem um deslocamento para o sul mais próximos da costa do Sul do Brasil. O modelo norte-americano, o mais consultado e utilizado pelos meteorologistas, sequer antecipa uma baixa profunda. Vê-se, portanto, que a maioria das simulações não indica um risco maior para o Sul do Brasil no presente momento. O ETA, ao contrário, chama a atenção pelos elevadíssimos volumes de chuva que projeta para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina e os valores de pressão atmosféricos extremamente baixos sobre a Região Sul do Brasil. É uma solução que está na contramão de todos os modelos globais.
O que há de concreto e deve ser motivo de alerta para o curto prazos são três situações: (1) chuva forte a intensa entre o norte da Região Sul e o Sudeste nesta primeira metade da semana, (2) a mudança no padrão atmosférico no Rio Grande do Sul com os dias de tempo seco dando lugar gradualmente à instabilidade e (3) a possibilidade do vento que sopra a partir do mar ser ainda mais intenso neste começo de semana. Inicialmente, a expectativa é de grande instabilidade nesta semana no Sudeste com a evolução desta área de baixa pressão atmosférica. A parte mais norte da Região Sul e os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro podem ter chuva forte a ocasionalmente torrencial com volumes que pontualmente podem ser muito elevados. No Rio Grande do Sul, a mudança no padrão atmosférico é testemunhada pelo aumento da nebulosidade. Somente ainda não houve chuva generalizada por conta da circulação do ar frio que vem do mar. Estivéssemos sob influência de ar quente e já teria ocorrido chuva mais generalizada e não apenas no litoral, onde o impacto do relevo da Serra do Mar favorece a chuva nas praias. Nesta semana, à medida que diminui a influência da circulação do anticiclone no mar, aumenta a perspectiva de chuva. Se a solução do ETA, a mais extremada se confirmar, a chuva poderia ser abundante. Por fim, chamo a atenção para uma tendência de diminuição na pressão atmosférica sobre o continente neste começo de semana. O gradiente com a alta pressão no mar, que vem favorecendo o vento leste moderado a forte, tende a aumentar. Com um aquecimento maior previsto para esta segunda-feira e a queda da pressão atmosférica, o vento pode soprar ainda mais forte e rajadas de 60 a 80 km/h não estão fora de cogitação. |
| Autor: Eugenio Hackbart Publicado em 28/01/2008 01:04 |
- Metsul Meteorologia :
Modelos indicam possibilidade de ciclone tropical
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Modelos indicam possibilidade de ciclone tropical
O sábado inteiro, praticamente, foi usado para analisar os modelos e a situação sinótica para os próximos dias. O motivo é a preocupação com este sistema de baixa pressão comentado no post anterior que é de leitura imprescindível se você está chegando ao blog agora. Neste domingo, a preocupação chega aos Estados Unidos. Como já tivemos oportunidade de dividir com vocês em inúmeras ocasiões nos últimos anos, a MetSul integra um grupo de análise de ciclones tropicais que reúne experts do mundo inteiro que se interessam por este tipo de fenômeno, o que, por exemplo, proporciona todo aquele conjunto de informações que vocês têm aqui sobre o Atlântico Norte. No final da manhã deste domingo recebi um correio eletrônico de um pesquisador norte-americano que manifestou a possibilidade de uma baixa muito profunda de verão ou mesmo um ciclone tropical se formar na costa do Brasil nesta semana. Segundo ele, “é razoável acreditar que as projeções dos modelos estão corretas quando elas indicam que poderia haver uma baixa muito profunda para o verão ou um ciclone tropical se formando na costa brasileira dentro de 48 horas”. O GFS, por exemplo, que vinha indicando a baixa avançando do mar para o continente, em suas saídas do final da noite de ontem e da madrugada de hoje passou a projetar o sistema deslocando-se para o sul à medida que se distanciava da costa. Mas outros modelos mantêm uma baixa profunda rente ao litoral sul do Brasil. Um deles, conforme o diagrama, vai mais além e projeta warm core, ou seja, centro quente para a baixa que é típico de ciclone tropicais. Veja o diagrama e a trajetória projetada com sinalização de centro quente simétrico.
Neste momento tudo não passa de projeção de computador, uma vez que não existe um sistema formado e organizado, mas algumas perguntas são cruciais. (1) Haverá a formação da baixa pressão profunda ? É uma forte possibilidade, consoante as saídas dos modelos. (2) Qual será a trajetória ? As simulações divergem tremendamente, mas a maioria coloca o sistema próximo da costa entre o Sul e o Sudeste do Brasil. (3) Existe a possibilidade de um ciclone tropical ? Não está fora de questão, afinal há modelos sinalizando tal tendência, o mar está mais quente que o normal e a divergência é menor que o habitual por conta do bloqueio exercido pelo potente sistema de alta posicionado mais ao sul que o habitual, a ponto de ainda em dezembro termos alertado para um risco maior do que a média de ciclogênese tropical neste verão climático. Dentro de algumas horas traremos mais informações com base nas saídas dos modelos da tarde deste domingo. Fique ligado na MetSul que é a única instituição no país até o momento a informar sobre o sistema desta semana. |
| Autor: Eugenio Hackbart Publicado em 27/01/2008 14:36Metsul meteorologia: http://www.metsul.com |
Eu obtive alguns dos dados da NOAA e percebi que a tendência da possível formação do ciclone é a partir de 60 a 72 horas, formando-se um pouco longe da costa mas com tendência à aproximar-se muito da costa, passando a movimentação ao longo da costa em direção norte até atingir a costa próximo ao litoral sul de SP.
http://www.nco.ncep.noaa.gov/pmb/nwpara/analysis/samer/gfs/18/images/gfs_sl8_072m.gif

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Satélite espião dos EUA perde controle e cairá na Terra
A maior reentrada descontrolada de um aparelho espacial americano foi a do Skylab, de 78 toneladas
fonte: Associated Press
WASHINGTON - Um grande satélite de espionagem dos Estados Unidos perdeu energia e propulsão e poderá colidir com a Terra entre fevereiro e março, informam fontes do governo americano.O satélite, que está fora de controle, pode conter material perigoso e não se sabe em que parte do planeta cairá. As autoridades falaram sob a condição de que seus nomes não fossem revelados.
“As agências apropriadas estão monitorando a situação”, limitou-se a afirmar um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Gordon Johndroe. “Diverso satélites caíram sem causar danos ao longo dos anos. Estamos buscando opções para mitigar qualquer possível dano que o satélite venha a causar”.
Ele não comentou a possibilidade de o satélite ser desviado por um míssil. Disse que seria inadequado discutir detalhes no momento.
Um alto funcionário do governo afirmou que congressistas e governos estrangeiros estão sendo informados da situação.
A maior reentrada descontrolada de um aparelho espacial americano foi a do Skylab, uma estação espacial de 78 toneladas que caiu de órbita em 1979. Seus destroços caíram, sem causar danos, numa parte remota da Austrália.
Em 2000, engenheiros das Nasa conseguiram guiar a queda do Observatório Compton de Raios Gama, dirigindo-o para o Oceano Pacífico.
Autoridades acreditam que, em 2002, os restos de um satélite de 3 toneladas caíram como “chuva” sobre o Golfo Pérsico.
Vacina contra gripe sazonal pode ajudar na luta contra o H5N1
Os animais que tenham sido previamente vacinados contra a gripe sazonal parecem
reagir mais rapidamente à medida experimental de vacinas contra gripe das aves H5N1.
Muitos médicos acreditam que as vacinas de gripe sazonal oferecem pouca ou nenhuma
proteção contra o vírus H5N1, que especialistas dizem até maio poderá desencadear uma pandemia
que poderia matar milhões de pessoas.
Mas um estudo realizado pela empresa biotecnológica MedImmune Inc, que produz vacinas contra gripe, que constatou que furões que tinham sido vacinados contra a gripe sazonal pareciam ter mais resposta quando foi posteriormente administrada a vacina em testes contra o H5N1.
“Se você tiver recebido previamente vacina contra gripe sazonal normal, você pode ter
melhor resposta à vacina contra H5N1 “, segundo Hong Jin disse na conferência sobre Gripe Aviária em Bangkok. [Bangkok International Conference a gripe aviária
<http://www.biotec.or.th/aiconf2008/home/index.asp>. -- Mod.CP]
Segundo ainda um investigador do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas em Roma;
Um estudo publicado na revista “Doenças Infecciosas Emergentes”, em Dezembro
Mostra que as vacinas da gripe sazonal normal podem fornecer uma pequena quantidade de
proteção contra a gripe das aves…
Comunicada por:
ProMED-mail relatora Mary Marshall
Caprinos agora são vítimas na Índia
Enquanto o número de aves abatidas pelo governo aumenta drásticamente na Índia, a notícia agora é que cabras estão ficando doentes, com febre e secreções e morrem logo a seguir.
A suspeita sobre ser o H5N1 é muito grande pois as regiões onde estão sendo efetuados os abates de aves, assim como a região onde encontram-se as pessoas internadas é muito próxima do local.
O governo da Índia determinou a suspensão da venda e transporte de aves em várias regiões na tentativa de neutralizar a transmissão da gripe aviária mas a medida mostra-se sem efeito.
Estou no aguardo de novas notícias.

