Brasileiros buscam no Paraguai remédio contra a gripe suína – Terra – Gripe Suína

Brasileiros estão buscando no Paraguai medicamentos antivirais para combater a gripe suína. Segundo reportagem do Jornal Nacional, farmácias da Ciudad del Este, na fronteira com o Paraná, registram um grande movimento de turistas do Brasil que compram o Tamiflu sem receita médica.

No Brasil, o medicamento só é ministrado em casos graves ou pertencentes ao grupo de risco da doença. Um funcionário de uma farmácia afirmou em entrevista ao telejornal que vende mais de 50 caixas do remédio por dia, principalmente para brasileiros. Algumas farmácias oferecem medicamentos que teriam princípio ativo similar.

A entrada de medicamentos sem receita no Brasil é proibida. Além disso, segundo o secretário de Saúde de Foz do Iguaçu, Luís Zarpelon, a automedicação pode provocar o surgimento de um vírus mais resistente. “É o que acontece com o antibiótico. É usado em larga escala e há hoje inúmeras bactérias resistentes ao antibiótico. Isso também acontece com os vírus”, disse.

Fonte: - Terra – .

-Não façam isso ! Dificilmente esse medicamente é verdadeiro, além do que, tomar remédio, e principalmente um antiviral como esse, sem acompanhamento médico é perigoso.

Rede privada já pode receitar antiviral Tamiflu para doentes da gripe suína

Médicos da rede privada, de clínicas ou consultórios, poderão receitar o antiviral contra a gripe suína, bastando baixarem no site da secretaria estadual de Saúde formulário para obtenção do medicamento. Tendo em mãos o formulário e a receita do médico, o paciente poderá retirar o medicamento em um dos 57 pontos de distribuição espalhados pelo estado – 45 quartéis dos Bombeiros e oito UPAs.

O formulário poderá ser baixado no endereço http://www.saude.rj.gov.br/. No site, há instruções para seu preenchimento e também a relação dos locais onde o medicamento poderá ser retirado. Médicos da rede pública também terão que preencher o formulário. A retirada poderá ser feita 24 horas por dia.

A distribuição do antiviral estava centralizada na Central Estadual de Regulação. De lá, o medicamento seguia para apenas os hospitais.

Fonte: Jornal do Brasil -

SP confirma mais uma morte de grávida por gripe suína; total vai a 76

A Secretaria Municipal de Saúde de Jacareí confirmou nesta sexta-feira que uma paciente que morreu no Hospital Alvorada estava contaminada pelo vírus da gripe suína. A vítima, uma mulher de 37 anos que estava grávida de gêmeos, morreu no dia 22 de julho, depois de ter sido internada no dia 17 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com sintomas de pneumonia.

Segundo o último balanço da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado hoje, há 37 mortos por gripe em São Paulo, mas as cidades onde moravam as vítimas e a data de suas mortes não foi especificado. De acordo com dados do Ministério da Saúde, são 56 mortos no País até a manhã de quinta-feira. Mas, somando-se os balanços divulgados por cada Estado, chega a 76 o número de mortes no País, sendo outras 25 no Rio Grande do Sul, nove no Rio de Janeiro, quatro no Paraná e uma na Paraíba.

No dia seguinte ao óbito, a Vigilância à Saúde de Jacareí requisitou a ficha médica da paciente. Foi coletado material para exames, enviado ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e os primeiros resultados deram negativos.

O mesmo material coletado originalmente passou por uma segunda bateria de exames, que acabaram por constatar a contaminação pelo vírus. Todos os familiares da vítima passaram por observação e não foi constatado nenhum sintoma de contaminação pelo vírus H1N1.

Segundo a prefeitura, em Jacareí três casos de contaminação foram confirmados. Todos eles são de pessoas que contraíram o vírus fora da cidade – duas teriam sido contaminadas após uma viagem à Argentina, e outra teria tido contato em São José dos Campos. Dois outros casos suspeitos ainda aguardam resultados de exames.

Fonte: Jornal do Brasil – .

Caso suspeito de Gripe Aviária (H5N1) na Indonésia.

Como eu já havia alertado anteriormente, é preciso muita, mas muita atenção mesmo às notícias provenientes da Ásia e parte da África, onde existe a circulação tanto do H1N1 da gripe suína, como do temido H5N1, da gripe aviária.

Em Jacarta, capital da Indonésia, foi publicado hoje a informação de que uma jovem de 17 anos foi internada em estado grave com sintomas de gripe aviária.

A gripe aviária já matou 100 pessoas na Indonésia, e a gripe suína até agora teve uma vítima fatal naquele país, mas no entanto a circulação dos dois vírus é extremamente preocupante pois pode causar uma recombinação de efeitos catastróficos para a humanidade.

A informação sobre  a jovem foi divulgada em um dos jornais locais (The Jakarta Post), bem como foi informada pelo boletim da PROMED.

Veja a íntegra do comunicado à imprensa do Ministério da Sáude nesta 6ª feira. Observa-se que as tabelas não estão todas atualizadas até a mesma data.

31/07/2009 , às 16h40

NOTA À IMPRENSA

MINISTÉRIO DA SAÚDE
GABINETE PERMANENTE DE EMERGÊNCIAS
NOTA À IMPRENSA

Sexta-feira, 31/07/2009, às 15h30

Situação epidemiológica da nova influenza A (H1N1) no Brasil

PRINCIPAIS DESTAQUES

O Boletim Epidemiológico produzido pelo Gabinete Permanente de Emergências do Ministério da Saúde e divulgado nesta sexta-feira (31), faz uma análise a partir da notificação, investigação, diagnóstico laboratorial e tratamento dos pacientes infectados pelo vírus influenza A (H1N1) e que apresentaram, além de febre e tosse, dificuldade respiratória, ainda que moderada — quadro compatível com a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) — e dos grupos de risco para desenvolver formas graves da doença.

Entre os principais pontos observados no boletim, estão:
1. O nível de gravidade dos casos de influenza A (H1N1) e de gripe comum se mantém semelhantes (19% para a nova gripe e 18,5% para a gripe sazonal), reforçando a indicação de que a abordagem clínica para diagnóstico, tratamento e internação deve ser a mesma para os casos de síndrome gripal.

2. Também são semelhantes os principais sintomas apresentados pelos pacientes graves infectados por ambos os grupos de vírus.

3. Doenças respiratórias crônicas e gestação são os principais fatores de risco presentes nos casos de SRAG, tanto em pessoas infectadas pelo novo vírus como pela influenza sazonal.

4. Gestação, cardiopatias e hipertensão são os fatores de risco mais freqüentes entre os pacientes graves por Influenza A (H1N1) que evoluem a óbito.

5. As duas últimas evidências acima reforçam o protocolo de manejo clínico elaborado pelo Ministério da Saúde, e adotado por outros países, Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS), que inclui grávidas e pessoas com doenças cardiovasculares e respiratórias entre os grupos de risco que devem receber o tratamento até 48 horas após o início dos sintomas.

6. Em relação ao boletim anterior (24/7), o índice de pessoas com Influenza A (H1N1) que morreram em relação às que apresentavam algum grau de gravidade caiu de 12,8% para 10,3%.

7. Quem tem pelo menos um fator de risco e doença grave pelo novo vírus tem 3,46 vezes mais risco de morrer, quando comparado com o grupo de pessoas, também com doença grave pelo novo vírus, mas sem fator de risco. Essa evidência também reforça, de maneira cabal, o protocolo de manejo clínico elaborado pelo Ministério da Saúde, que orienta a priorização para os grupos com fatores de risco.
8. Dentre os vírus influenza que circulam atualmente no Brasil, permanece a proporção de 60% do tipo A (H1N1), observada no último boletim.

Confira o detalhamento dessas informações:

ANÁLISES

• No Brasil, entre 25 de abril e 25 de julho, foram informados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde 10.623 casos suspeitos de algum tipo de gripe. Do total, 1.958 (18,4%) foram confirmados como influenza A (H1N1) e 669 (6,3%) como influenza sazonal.

Tabela 1. Distribuição de casos notificados de síndrome gripal segundo classificação etiológica e unidade federada

ID
UF
SUSPEITO
CONFIRMADO
DESCARTADO
TOTAL
Influenza A(H1N1)
Influenza sazonal
n
%
n
%
n
%
n
%
n
%
1
SP
2.078
47,7
894
20,5
522
12,0
863
19,8
4.357
100
2
PR
960
70,0
79
5,8
2
0,1
331
24,1
1.372
100
3
RJ
818
62,3
292
22,2
29
2,2
175
13,3
1.314
100
4
RS
919
72,5
193
15,2
2
0,2
153
12,1
1.267
100
5
MG
231
38,8
140
23,5
26
4,4
198
33,3
595
100
6
SC
292
56,4
65
12,5
161
31,1
518
100
7
BA
165
65,2
48
19,0
29
11,5
11
4,3
253
100
8
DF
35
26,9
41
31,5
11
8,5
43
33,1
130
100
9
PE
19
18,6
27
26,5
1
1,0
55
53,9
102
100
10
GO
11
11,8
22
23,7
7
7,5
53
57,0
93
100
11
ES
25
28,4
13
14,8
14
15,9
36
40,9
88
100
12
PA
6
8,3
35
48,6
9
12,5
22
30,6
72
100
13
CE
19
33,3
21
36,8
1
1,8
16
28,1
57
100
14
MS
28
49,1
7
12,3
22
38,6
57
100
15
RN
21
43,8
5
10,4
22
45,8
48
100
16
MT
19
40,4
7
14,9
2
4,3
19
40,4
47
100
17
SE
22
51,2
9
20,9
4
9,3
8
18,6
43
100
18
MA
14
33,3
5
11,9
23
54,8
42
100
19
AL
15
37,5
8
20,0
2
5,0
15
37,5
40
100
20
TO
3
10,0
11
36,7
16
53,3
30
100
21
PI
3
10,0
7
23,3
1
3,3
19
63,3
30
100
22
PB
7
26,9
5
19,2
1
3,8
13
50,0
26
100
23
AC
10
76,9
1
7,7
2
15,4
13
100
24
RR
5
45,5
2
18,2
1
9,1
3
27,3
11
100
25
AP
1
12,5
3
37,5
4
50,0
8
100
26
RO
4
66,7
2
33,3
6
100
27
AM
2
50,0
2
50,0
4
100
TOTAL
5.709
53,7
1.958
18,4
669
6,3
2.287
21,5
10.623
100

• Dos 10.623 casos de síndrome gripal no país, 2.962 (27,9%) apresentaram febre, tosse e dificuldade respiratória, ainda que moderada, sintomas compatíveis com a definição de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Dentre os casos de SRAG, a frequência dos sintomas se assemelha entre os infectados pelos vírus H1N1 e sazonal, conforme tabela abaixo:

Tabela 5. Distribuição de casos confirmados de SRAG segundo classificação etiológica e sinais e sintomas. Brasil, até SE 29/2009.

SRAG
Sinais e Sintomas (%)
Influenza A (H1N1) (n=378)
Influenza Sazonal (n=124)
Total (n=2.962)
Febre
99,5
99,2
99,4
Tosse
99,7
99,2
99,4
Calafrio
46,8
38,7
50,1
Dispnéia
97,9
99,2
98,3
Dor de garganta
48,9
57,3
50,2
Artralgia
33,1
30,6
35,3
Mialgia
64,3
57,3
61,2
Conjuntivite
9,3
4,8
6,8
Coriza
58,2
60,5
56,8
Diarréia
14,6
11,3
15,2
Outros
39,7
38,7
36,9

• Das pessoas infectadas pelo A(H1N1), 19% tiveram algum sinal de agravamento da doença. Nas pessoas infectadas pela influenza sazonal, a proporção foi de 18,5%. Os números reforçam a tendência já presente no boletim epidemiológico da semana passada, evidenciando a semelhança entre a gravidade dos casos de influenza A (H1N1) e de gripe comum no Brasil. Os dados reforçam que a abordagem clínica para diagnóstico, tratamento e internação deve ser a mesma para os casos de síndrome gripal.

• Cabe destacar que não é indicado comparar estes percentuais de agravamento com o que é referido em outros países, considerando que nem todos os países utilizam os mesmos parâmetros para classificar ou notificar casos graves.

• A análise dos casos confirmados de SRAG demonstra que o sexo feminino representa 56,9% do total, sendo que este percentual é superior para influenza sazonal, em relação a influenza por A(H1N1).

Tabela 4. Distribuição de casos de SRAG, segundo gênero e classificação etiológica. Brasil, até semana epidemiológica 29 de 2009.

Classificação final
Feminino
Masculino
Total
n
%
n
%
n
%
Suspeito
1159
56,3
898
43,7
2057
100
Influenza A(H1N1)
207
54,8
171
45,2
378
100
Influenza sazonal
76
61,3
48
38,7
124
100
Descartado
242
60,0
161
40,0
403
100
Total geral
1684
56,9
1278
43,1
2962
100

• Doenças respiratórias crônicas e gestação são os principais fatores de risco para desenvolver SRAG, tanto em pessoas infectadas pelo novo vírus como pela influenza sazonal.

• Dentre os casos de SRAG por influenza A(H1N1), 31,2% apresentam pelo menos um fator de risco, enquanto que esta proporção para influenza sazonal é de 28,2%.

Tabela 6. Distribuição de casos de SRAG, pela nova Influenza A(H1N1) e pela influenza sazonal, segundo presença de fatores de risco. Brasil, até SE 29/2009.

Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG
Antecedentes
Influenza A (H1N1) (n=378)
Influenza Sazonal (n=124)
Cardiopatia
3,2
Doenças Respiratórias
11,9
10,3
Doença renal
1,6
Hemoglobinopatia
0,5
Imunodepressão
3,2
0,8
Doença metabólica
2,9
0,8
Hipertensão arterial
4,8
2,4
Diabetes Mellitus
1,3
0,8
Doença neurológica
0,3
Idade < 2 anos
3,4
7,3
Idade > 60 anos
3,2
5,6
Gestante *
7,2
7,9
* O denominador corresponde ao número total de mulheres de cada grupo.

ÓBITOS

• Até as 8h de 29 de julho, foram notificados ao Ministério da Saúde 56 óbitos por Influenza A(H1N1). Eventuais novos casos reportados a partir deste horário e data serão registrados no próximo boletim epidemiológico. Das 56 mortes registradas, 36 foram do sexo feminino (52,2%) e, do total de mulheres, 9 eram gestantes.

Tabela 1. Distribuição de óbitos por influenza A(H1N1) por Unidade Federada

UF
n
%
SP
27
48,2
RS
19
33,9
PR
4
7,1
RJ
5
8,9
PB
1
1,8
TOTAL
56
100,0

• Em relação ao boletim anterior (24/7), a taxa de letalidade entre os casos confirmados de SRAG pelo vírus A(H1N1) caiu de 12,8% para 10,3%.

• A taxa de mortalidade dos casos confirmados de SRAG pelo novo vírus é de 0,029 óbitos por 100 mil habitantes. Cabe destacar que, de acordo com o protocolo brasileiro, o cálculo da taxa de letalidade em relação ao total de casos de influenza não é mais utilizado como parâmetro para monitorar o comportamento da doença, uma vez que os casos leves não são mais notificados, exceto em surtos.

País
Óbitos
População
Taxa de mortalidade
Argentina
165
39.934.109
0,41
Austrália
53
20.950.604
0,25
Canadá
58
33.169.734
0,17
México
142
107.801.063
0,13
Chile
19
16.802.953
0,11
EUA
302
308.798.281
0,09
Reino Unido
30
61.018.648
0,04
Brasil
56
191.481.045
0,02
Espanha
06
44.592.770
0,01

Atualização do número de óbitos: 29 de julho de 2009
Fonte do número de habitantes: IBGE e DATASUS

• Na análise dos óbitos registrados até 25 de julho (34 no total), observou-se que, dos casos de mulheres com SRAG pelo A (H1N1) que morreram, 26,3% eram gestantes. Entre os outros fatores de risco para morte que se destacam estão doenças cardíacas e hipertensão arterial. É importante lembrar que, em muitas situações, essas enfermidades estão associadas.

tabela

Quem tem pelo menos um fator de risco tem 3,46 vezes mais risco de óbito. A avaliação foi feita entre pacientes que apresentaram SRAG pelo novo vírus e que morreram. Entre as pessoas com pelo menos um fator de risco, a taxa de letalidade foi de 15,09%; entre as que não têm fator de risco, 4,36%.

EXAMES LABORATORIAIS

• Na análise dos resultados de exames laboratoriais realizados em 3.456 amostras coletadas na rede sentinela de síndrome gripal, 780 (22,5%) foram positivas para vírus respiratórios. Dentre as amostras positivas, observa-se que, a partir de 20 de junho, os vírus influenza A (que pode incluir vírus sazonal e o novo vírus) passam a representar cerca de 60% dos resultados. Entretanto, outros vírus respiratórios têm sido detectados, como o vírus sincicial respiratório, adenovirus e parainfluenza.

• A rede sentinela é um sistema de vigilância que conta com 62 unidades no país responsáveis pela coleta de amostras monitoramento e identificação dos vírus que circulam na comunidade.

Fonte das tabelas: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN)/MS

Obs: Caso exista algum problema na visualização, acesse o link original do Ministério da Saúde em:

http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=10427

Governo de SP confirma total de 37 mortes.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou hoje que entre os dias 27 e 31 deste mês foram registradas dez mortes de pessoas infectadas pelo vírus A (H1N1) no Estado. Até o momento, 37 óbitos foram causadas pela doença no total. Entre as dez vítimas fatais confirmadas desde segunda-feira, sete eram mulheres e três delas estavam grávidas.

Fonte: - Estadao.com.br.

Cai mortalidade entre casos graves de gripe suína — Agência Brasil – EBC

A letalidade entre as pessoas com quadro grave de gripe suína caiu de 12,8% para 10,3% na última semana, segundo boletim epidemiológico divulgado hoje (31) pelo Ministério da Saúde.

A taxa de mortalidade é de 0,029 por 100 mil habitantes. Até as 8h da última quarta-feira (29), foram registradas 56 mortes pela nova gripe. O maior número de mortes foi notificado pelo estado de São Paulo, com 27 casos. No Rio Grande do Sul foram notificadas 19 mortes, no Rio de Janeiro cinco, no Paraná quatro e na Paraíba, uma morte. Os números vem sendo atualizados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde diariamente.

Hoje (31), o Rio de Janeiro confirmou que o número de mortes no estado já chega a nove. Em São Paulo foram confirmadas mais três mortes nos últimos dias.

O boletim informa, ainda, que o nível de gravidade dos casos de influenza A (H1N1) – gripe suína – e de gripe comum continua bastante semelhante: 19% para a nova gripe e 18,5% para a gripe sazonal. Os sintomas e a abordagem clínica também são os mesmos.

Dos 10.623 casos suspeitos de algum tipo de gripe informados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde entre os dias entre os dias 25 de abril e 25 de julho, 1.958 foram confirmados como influenza A (H1N1) – gripe suína. Segundo o boletim anterior, de 24 de julho, o Brasil tinha 1.566 casos confirmados da nova gripe e 34 mortes.

São Paulo continua com o maior número de casos confirmados – 894 entre 2.078 suspeitos. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 292 casos confirmados entre 818 suspeitos. Também foram confirmadas 193 contaminações no Rio Grande do Sul, 140 em Minas Gerais, 79 no Paraná, 65 em Santa Catarina, 48 na Bahia, 41 no Distrito Federal, 35 no Pará, 27 em Pernambuco, 22 em Goiás, 21 no Ceará e no Rio Grande do Norte, 11 no Tocantins, nove em Sergipe, oito em Alagoas, sete no Piauí, no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, cinco no Maranhão e na Paraíba, três no Amapá, dois em Roraima e no Amazonas e um no Acre.

De acordo com o Ministério da Saúde, o risco de morte é 3,46% maior entre pessoas que, além de ter doença grave causada pelo novo vírus, apresentem pelo menos um fator considerado de risco, como gravidez, diabetes e hipertensão, obesidade mórbida, deficiência imunológica (em casos de pacientes com câncer ou em tratamento para aids) e doenças cardiovasculares e respiratórias.

A taxa de letalidade é de 15,09% entre pessoas com algum fator de risco, contra 4,36% entre aquelas sem fator de risco. Por essa razão, a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é no sentido de que que os grupos de risco recebam o tratamento até 48 horas após o início dos sintomas.

Fonte: — Agência Brasil – EBC.

RS confirma mais 4 mortes causadas pela gripe suína (H1N1)

A secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul anunciou hoje mais quatro mortes causadas pela Influenza A (H1N1), a gripe suína. Segundo a secretaria, as vítimas são uma gestante de 23 anos, que morreu no dia 19 deste mês, em Vacaria. A segunda morte, também no dia 19, foi de um homem de 24 anos que apresentava pneumopatia, em Caxias do Sul. A terceira vítima, uma mulher de 21 anos, faleceu no dia 20 deste mês em São Borja. Ela era portadora de diabetes. O quarto óbito ocorreu no dia 25, em Caxias do Sul. A vítima era um homem de 37 anos.

Fonte: A TARDE On Line .

São Caetano e Campinas, em SP, confirmam mais mortes por gripe suína (H1N1).

As prefeituras de São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e de Campinas (a 93 km de São Paulo) confirmaram nesta sexta-feira a ocorrência de mais uma morte em cada cidade em consequência da gripe suína –a gripe A (H1N1). É o segundo caso que resultou em morte em São Caetano e a terceira morte registrada em Campinas devido ao vírus. Com isso, o número de vítimas no país sobe para, ao menos, 68.

Segundo a Prefeitura de São Caetano, a vítima é um homem de 48 anos que morreu nesta sexta-feira em um hospital de São Paulo. A primeira vítima da doença em São Caetano também era um homem, de 47 anos, que morreu na última quarta-feira (29), em um hospital em Santo André. Segundo a prefeitura, outros cinco pacientes com casos suspeitos da doença estão internados.

Já segundo a Prefeitura de Campinas, a terceira vítima da doença na cidade é uma mulher de 54 anos, que foi internada no último dia 24 e morreu no dia 25. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ela tinha outras doenças, mas o órgão não divulgou detalhes sobre o caso.

Fonte: Folha Online – .

Medo de contágio por gripe suína faz doações de sangue diminuírem

A Associação Brasileira de Bancos de Sangue do Rio de Janeiro (ABBS-Rio) faz um apelo para que a população não deixe de doar sangue. “Os estoques, que normalmente já são baixos, estão ainda mais reduzidos porque, com o agravamento da gripe suína, as pessoas estão com medo de ir aos hospitais”, comenta a hemoterapeuta Regina Mendes, representante da ABBS-Rio. Regina informa que quem não quiser comparecer aos hospitais pode procurar clínicas privadas para doar sangue. “Estes espaços estão localizados fora de hospitais e não representam riscos para o doador”, explica a hemoterapeuta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é necessário que 5% da população de um país doem sangue. No Brasil, dados do Ministério da Saúde revelam que apenas 1,8% da população doa sangue regularmente. Para ser um doador, é preciso estar bem de saúde, ter entre 18 e 65 anos e pesar mais de 50 quilos. Pessoas gripadas não devem doar sangue.

Para mais informações, para quem é do RJ , em www.hemolad.com.br.

Para quem é de SP: http://www.prosangue.sp.gov.br/

Fonte: Jornal do Brasil -

Esta é uma questão importante. As pessoas não devem parar de doar sangue.

Estados Unidos divulgam novos dados da gripe suína (H1N1) naquele país.

O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), órgão responsável nos Estados Unidos pelas informações e controle de saúde, publicou hoje novos dados sobre os casos de gripe suína naquele país.

Segundo o órgão, os Estados Unidos tiveram 5.514 internações, e destas, houve 353 mortes.

Demais dados podem ser obtidos diretamente na página do CDC em:

http://www.cdc.gov/h1n1flu/update.htm

RJ usará inspetores no combate à gripe suína (H1N1)

A Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro usará seus 463 inspetores no combate à influenza A (H1N1) – gripe suína nas escolas do estado. Esses servidores, que têm como função fiscalizar escolas públicas e particulares do estado foram orientados a ajudar diretores, professores e alunos na prevenção da doença.

Na manhã desta sexta-feira (31), em uma reunião no centro do Rio, a Secretaria de Educação deu instruções aos inspetores e distribuiu panfletos explicativos sobre a nova gripe. O fim das férias nas redes estadual, municipais e particulares foi adiado por causa da doença.

A volta às aulas da rede estadual, que estava marcada para a próxima segunda-feira (3), foi adiado para o próximo dia 10. No dia 5, porém, haverá uma nova reunião entre as secretarias de Saúde, de Educação e de Ciência e Tecnologia para avaliar a situação e definir que medidas as escolas tomarão para evitar a propagação do vírus da nova gripe.

Fonte: DCI – Comércio, Indústria & Serviços.

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