MG confirma mais 21 mortes por gripe suína; Estado tem 96.

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou nesta segunda-feira mais 19 mortes causadas pela gripe suína. Com os novos casos, sobe para 96 o número de vítimas fatais da doença no Estado.

De acordo com a secretaria, quatro mortes contabilizadas foram registradas em Pernambuco e em São Paulo, mas entram nos dados de Minas, Estado em que as vítimas moravam. Além dos mortos, a secretaria informou que 3.630 foram infectadas pela doença em Minas Gerais.

De acordo com o último balanço, divulgado no dia 16 de setembro pelo Ministério da Saúde, o Brasil é o país com o maior número de casos fatais da doença. Até aquela data, haviam sido registradas 899 mortes causadas pela gripe.

Fonte:  – Terra -.

Parte das mortes por gripe suína é associada a segunda infecção.

Muitas pessoas que morreram de gripe suína nos Estados Unidos também tiveram infecções bacterianas, disseram autoridades de saúde nesta quarta-feira, 30.

Um estudo de 77 pacientes que morreram do novo vírus pandêmico H1N1 mostrou que 29% deles tiveram as chamadas coinfecções bacterianas, informou o Centro para Controle e Prevenção de Doenças CDC.

Cerca de metade dessas pessoas tiveram o Streptococcus pneumoniae, que pode ser evitado com uma vacina, disse o CDC.

O CDC já informou que o H1N1, declarado uma pandemia em junho, se tornou mais ativo com o tempo frio e o retorno das aulas no país.

“Nossa temporada de influenza está começando e infelizmente haverá mais casos de infecções bacterianas em pessoas sofrendo de influenza”, disse o epidemiologista do CDC, Matthew Moore.

“É realmente importante que as pessoas, especialmente aquelas em grupos de alto risco, chequem com seus provedores de saúde, quando forem receber a vacina para influenza, se serão vacinados contra o pneumococo.”

Nos Estados Unidos, a vacina Prevenar, da Wyeth’s, faz parte do calendário de imunizações infantis e uma outra vacina contra a chamada bactéria pneumocócica está disponível para idosos.

A equipe do CDC notou que, no início, não parecia que as pessoas gravemente doentes com gripe suína ou as que morreram em decorrência dela tinham infecções secundárias. Mas os médicos podem não ter percebido essas infecções, afirmou o CDC.

“Os testes clínicos de rotina usados para identificar infecções bacterianas entre os pacientes com pneumonia não detectam muitas dessas infecções”, relatou a equipe do CDC.

Fonte: - Estadao.com.br.

- Isso é óbvio. Não é propriamente o H1N1 que mata as pessoas, mas sua infecção “abre as portas” para bactérias e isso já se sabia…

Guarulhos, na grande SP, confirma mais três mortes pela gripe suína. Total na cidade já chega a 14.

Segue a íntegra do comunicado:

NOTA À IMPRENSA

A Secretaria Municipal de Saúde informa que foram confirmados pelo Instituto Adolf Lutz mais três óbitos por Influenza A H1N1 em Guarulhos. Com isso, sobe para 14 o número de mortes em decorrência da doença no município e para 248 o número de casos confirmados. Atualmente, são 62 os casos suspeitos aguardando o resultado dos exames laboratoriais.

As novas vítimas confirmadas são todas mulheres, sendo uma de 37 anos que sofria de cálculo biliar e obesidade, cujo óbito ocorreu em um hospital público de Guarulhos. Já as demais, com idades de 27 e 23 anos, não apresentavam relato de doenças pré-existentes. Elas morreram em hospitais particulares, localizados no município e na Capital.

Nos casos de suspeita da doença, a recomendação da Secretaria Municipal de Saúde é para que a pessoa procure a unidade de Saúde mais perto de sua residência. Os

sintomas da Influenza A H1N1 são: febre repentina (37,5ºC ou mais), tosse ou dor de garganta, que podem ocorrer acompanhadas ou não de dores de cabeça, musculares e nas articulações.

Qualquer informação sobre a Influenza A H1N1 pode ser obtida pelos telefones 2472-5075, 2472-5076, 2472-5077, 2472-5078, 2472- 5079 ou pelo 0800 772 2986.

SBI – Casos notificados de H1N1 caem no Brasil, mas taxa de mortalidade sobe,

Embora a taxa de mortalidade pela gripe A H1N1 venha crescendo no Brasil, colocando o país na 5.ª posição do ranking mundial, o número de casos notificados registra forte queda. Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação Sinan, do Ministério da Saúde, apontam retração de 98,4% no total de casos na primeira semana epidemiológica de setembro 6 a 12/9 ante a primeira de agosto 2 a 8/8 – período de pico dos registros no país. Neste intervalo, o volume de notificações caiu de 2.283 para 35. Os dados do Sinan revelam que essa foi a maior baixa mensal registrada desde o surto da gripe no Brasil, em maio.

De acordo com o Ministério da Saúde, o número de casos de gripe suína cresceu desde junho, chegou ao pico na primeira semana de agosto e vem caindo substancialmente desde a metade do mês passado. Técnicos do governo apontam como fator responsável pelo recuo o aumento da temperatura nas últimas semanas de inverno, o que diminuiu o potencial de transmissão do vírus. Outro elemento atribuído pelos especialistas como decisivo é a maior resistência das pessoas à gripe, uma vez que muitas já teriam desenvolvido anticorpos para o vírus.

Mortalidade

Os últimos dois boletins do ministério, contudo, datados de setembro, apontam alta na taxa de mortalidade, que passou de 0,34% para 0,46%. O crescimento fez com que o país passasse da 6.ª nação com a maior proporção de mortes por grupo de 100 mil habitantes para a 5.ª posição, atrás de Argentina, Paraguai, Austrália e Chile. O último boletim oficial, com registros até 12/9, informou 10.401 casos graves com confirmação laboratorial para algum tipo de influenza, sendo 9.249 88,9% positivos para o novo vírus A H1N1. O número de mortes chegou a 899.

O Ministério da Saúde esclarece que o descompasso entre o crescimento da taxa de mortalidade e a forte queda no volume de casos notificados deve-se à natureza do sistema de contabilização, que tem caráter cumulativo. Desde 25/4, todos os casos de gripe suína notificados são somados e calculados em relação ao total de habitantes, de acordo com dados atualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Além disso, muitos dos casos que acarretaram morte no primeiro semestre foram identificados como consequência da gripe A H1N1 apenas mais recentemente.

O chefe do Departamento de Infectologia da Universidade Federal de São Paulo Unifesp, Gustavo Johanson, diz que “é visível” a menor procura nos postos médicos. “A diferença entre agosto e setembro é bem clara. Caiu muito o volume de pessoas que procuraram unidades de saúde especializadas no combate à doença”, ressalta. Johanson atribui o resultado ao fim do inverno e aumento das temperaturas. “Outro fator também importante foi a postergação do início das aulas, que diminuiu bastante o contágio entre as crianças e jovens”, observa.

O médico garante que o risco de novos picos da doença é pequeno em 2009, mas não refuta a possibilidade de um novo surto no inverno do ano que vem. “A transmissão do vírus deve voltar a um patamar endêmico a partir de maio do ano que vem. Até lá, as pessoas podem ficar mais tranquilas, sem, no entanto, deixarem de se precaver”, alertou.

Fonte: Sociedade Brasileira de Infectologia – .

- Obrigado Lúcia, por enviar esse link.

Rio desativa postos de referência para gripe suína.

Por causa da diminuição da procura, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio decidiu desativar hoje os últimos centros de referência que ainda estavam realizando atendimentos a pacientes com sintomas de gripe suína.

Os centros que ainda estavam em funcionamento funcionavam nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) da Tijuca, Ilha do Governador (ambos na zona norte), Campo Grande e Bangu (ambos na zona oeste).

No dia 10 de setembro, já haviam sido desativados os centros de referência localizados nos hospitais Getúlio Vargas (zona norte), Albert Schweitzer (zona oeste) e na UPA de Manguinhos (zona norte).

Segundo balanço da secretaria, desde 27 de julho, quando começaram a ser inaugurados, o centros realizaram 22,2 mil atendimentos por 390 profissionais de saúde.

Com a desativação dos Centros de Referência para Gripe, pacientes com sintomas da doença no Rio devem procurar as UPAs 24 Horas, postos de saúde e os Serviços de Pronto-Atendimento.

Fonte: - Estadao.com.br.

União Europeia autoriza primeiras vacinas contra a gripe suína.

A Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia, aprovou nesta terça-feira a venda no continente das duas primeiras vacinas contra a gripe suína, denominada oficialmente gripe A. As duas fórmulas foram produzidas pelo laboratório suíço Novartis e pelo britânico GlaxoSmithKline (GSK).

“Após a recomendação científica favorável emitida na semana passada pela Agência Europeia de Medicamento, a Comissão Europeia aprovou a comercialização das vacinas em todos os países da União Europeia (UE), assim como na Islândia, Liechtenstein e Noruega”, afirma um comunicado.

Segundo o comunicado, a medida entrará em vigor em 1º de outubro.

A distribuição da Focetria da Novartis e da Pandemrix da GSK deve garantir um número suficiente de vacinas disponível no mercado antes do início do inverno no hemisfério Norte (verão no hemisfério Sul), reduzindo os riscos de uma nova onda da epidemia.

Os governos e farmacêuticas fizeram grandes investimentos no desenvolvimento de uma vacina para a gripe suína, a primeira pandemia do século 21, para combater o vírus antes da chegada da temporada de gripe.

Na sexta-feira passada (25), a Agência Europeia de Medicamentos (EMEA) recomendou à Comissão Europeia que autorizasse a comercialização das vacinas.

A agência recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir de seis meses de idade. Em comunicado, contudo, reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos.

A EMEA informou ainda que continua examinado outras vacinas.

China e Estados Unidos já aprovaram a comercialização de vacinas e devem iniciar em breve campanhas de vacinação.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a gripe A (H1N1) matou pelo menos 3.917 pessoas, 75% delas no continente americano. Os especialistas temem um aumento do número de casos com a chegada do inverno no hemisfério Norte.

A OMS revelou na semana passada que a capacidade mundial de produção de vacinas contra a nova gripe é de 3 bilhões de doses por ano, 2 bilhões a menos do que previa em maio. Além disso, informou que os resultados dos estudos clínicos realizados até o momento indicam que só será necessária uma dose para imunizar de maneira efetiva crianças e adultos em bom estado de saúde.

Fonte: Folha Online .

Alagoas notifica segundo óbito suspeito de gripe A.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informa que foi registrado no último sábado (26), o segundo óbito suspeito de influenza A (H1N1) em Alagoas. A paciente, de 49 anos, residia em Maceió e apresentou os primeiros sintomas no dia 19. O material coletado foi encaminhado ao laboratório Fiocruz para exames específicos.

De acordo com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), familiares e amigos relataram que a paciente não procurou nenhum atendimento médico ao sentir o início dos sintomas. Na última sexta-feira (25), ela já apresentava sintomatologia compatível com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), quando fez uso de medicamentos por conta própria.

A vítima era cabeleira, natural do município de Passo de Camaragibe. Há relato que desde 2008, ela se queixava de cansaço físico e palpitações no coração devido às atividades do trabalho. Não há histórico de contato com caso suspeito de gripe A ou realização de viagens.

Com o agravamento do quadro, procurou o ambulatório 24h Denilma Bulhões, no bairro Benedito Bentes, onde foi atendida às 19h55 se queixando de fraqueza e falta de ar. Durante a realização de exame apresentava estado geral comprometido, quando foi encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE).

A paciente evoluiu para óbito no sábado, às 2h35, no HGE. O corpo deu entrada no Serviço de Verificação de Óbito (SVO), às 9h11, como quadro compatível com SRAG.

Exames – No último dia 18, o Cievs recebeu a notificação do primeiro óbito suspeito pela doença. Devido a grande demanda de exames, oriunda de todo o País, o laboratório da Fiocruz ainda não enviou o resultado do exame.

Alagoas permanece com o registro de 22 casos confirmados de gripe A. De 16 de julho até o dia 26 de setembro, foram notificados 72 casos da doença; 49 permanecem sob investigação, aguardando resultados de exames.

Fonte:  – Gazetaweb.com.

Boletim da gripe A aponta cinco novas mortes no Paraná.

Secretaria da Saúde divulgou, nesta segunda-feira 28, mais um boletim com números da gripe A no Estado. Os novos dados colocam o Paraná com 14.009 casos confirmados por exame laboratorial e por critérios clínicos, sendo que 250 tiveram complicações e morreram. Outros 3.638 casos foram negativos.

As mortes ocorreram entre 14 de julho e 24 de setembro e estão distribuídas por sexo e faixa etária: 56% eram mulheres e 44%, homens. Quanto à faixa etária, 60% das mortes ocorreram em pessoas que tinham entre 20 e 49 anos, 21,2% entre 50 e 59 anos e 9,2% entre 5 e 19 anos.

As regiões com maior número de casos confirmados são Curitiba e região 5.244, Cascavel 1.480, Cornélio Procópio 1.217, Francisco Beltrão 1.118 e Pato Branco 1.023. Já as regiões com maior número de óbitos são Curitiba e região 81, Cascavel 20, Foz do Iguaçu 19, Maringá 19, Toledo 12 e Londrina 12.

Dos 14.009 casos confirmados, 523 são de gestantes, o que equivale a 3,7%. A região que apresenta o maior número de casos em gestantes é a região de Curitiba com 179 casos, seguida pela região de Cascavel 59 e Francisco Beltrão 51.

Fonte:  – Paraná-Online – .

Américas alertam para combinação de gripe suína e pobreza.

Ministros da Saúde do continente americano se reuniram nesta segunda-feira em Washington e demonstraram preocupação com a ameaça que representa para a região a combinação da pandemia da gripe suína –como é chamada a gripe A H1N1– com a crise econômica.

Na inauguração da reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde Opas, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, se referiu a um prejuízo que poderia ocasionar a combinação destas duas ameaças aos setores sociais com menos recursos. “A crise econômica dificultou o cumprimento dos Objetivos do Milênio, especialmente na área da assistência da saúde”, disse Temporão.

“Devemos trabalhar mais intensamente na estratégia para o fortalecimento da prevenção, o tratamento das doenças e a defesa da Saúde”, disse.

Já a diretora da OPAS, Mirta Roses Periago, afirmou que “a crise econômica é uma ameaça para a saúde”. “Pela primeira vez em uma década haverá este ano uma queda da renda per capita nas Américas, onde há ainda uma queda nas remessas enviadas a seus países pelos emigrantes e do investimento em saúde”.

A funcionária explicou que os fatores econômicos têm um impacto múltiplo, já que as pessoas postergam as consultas médicas e os tratamentos e as que não podem recorrer aos serviços do setor privado recorrerão mais aos serviços públicos.

Periago também pediu “resposta coordenada à pandemia de gripe dada por Estados-membros” da OPAS. “Os países da América, começando pelo México, estiveram na primeira linha de batalha e, tanto seus serviços de saúde como seus governos, responderam rapidamente e de forma solidária”, acrescentou.

Já Temporão indicou que a pandemia “mostrou a necessidade da preparação adequada dos serviços de saúde e a coordenação tanto entre as agências de cada país como entre as autoridades dos países, para combater estas emergências”.

O ministro da Saúde se referiu ainda à mudança climática, e advertiu que “pode ter consequências catastróficas para a saúde”.

Na reunião, que termina na sexta-feira, os ministros analisam com especial atenção a ameaça da gripe, as doenças para as quais não há atendimento e outras infecções relacionadas com a pobreza. A agenda inclui discussões sobre o atendimento primário da saúde, a segurança dos hospitais, a saúde dos adolescentes, a igualdade de gênero, a doação e o transplante de órgãos humanos, e o relatório anual que será apresentado por Roses Periago.

A Opas, o escritório regional para as Américas da OMS Organização Mundial da Saúde, já realizou uma reunião prévia em julho passado, em Cancún, onde se encontraram mais de 950 especialistas do mundo para estudar a gripe, sua prevenção e o desenvolvimento de vacinas. “Não podemos baixar a guarda, e além disso temos de ter uma grande dose de humildade para lidar com este vírus e reconhecer que ainda pode nos surpreender”, disse.

Segundo a Opas, até a semana passada tinham sido notificados 137.147 casos confirmados de gripe suína em 35 países das Américas. Destes, 3.020 casos acabaram em morte. Entre os mortos, as idades variam de 23 anos a 33 anos.

Fonte: Folha Online – .

Ministros da saúde se reunem na OPS.

Os ministros americanos de Saúde se reúnem hoje em Washington na Organização Pan-Americana da Saúde (OPS) para acertar políticas que permitam tratar de maneira conjunta os assuntos da saúde na região como a gripe A.

Está previsto que a diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, inaugure o que será o 49º Conselho Diretor da OPS e a 61ª sessão do Comitê Regional, que será realizada na capital americana até o dia 2 de outubro.

Além da gripe A, na agenda dos ministros estão outras doenças infecciosas relacionadas com a pobreza, assim como os desafios que devem enfrentar seus países para conseguir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

A secretária do Departamento de Saúde e Serviços Sociais dos Estados Unidos, Katheleen Sebelius, dará as boas-vindas aos ministros em nome do país anfitrião junto com a diretora da OPS, Mirta Roses, que posteriormente apresentará o relatório de atividades da organização.

O propósito desta reunião é de acertar novas políticas de decisão que tratem os problemas críticos de saúde desta região, indicou a OPS em comunicado.

Como conseguir uma atenção primária de saúde, uma política de nutrição para a população e a infraestrutura necessária para ter hospitais seguros também estarão no centro do debate.

O programa também inclui outros aspectos como a saúde dos adolescentes, a igualdade de gênero, a doação e o transplante de órgãos humanos, a saúde familiar e comunitária.

A OPS é o escritório regional para América da Organização Mundial da Saúde e trabalha com os países-membros para melhorar a saúde e elevar a qualidade de vida de seus habitantes.

EFE

Fonte: .:: clicabrasilia.com.br ::..

Estados Unidos divulgam novos dados da gripe suína naquele país.

O CDC, (Centro de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos) acaba de divulgar os novos dados da gripe suína nos Estados Unidos, lembrando que os números foram zerados a partir de 30 de agosto.

Os novos números mostram que a segunda onda de gripe suína não só chegou, como demonstra-se absurdamente forte naquele país:

Cases Defined by
Hospitalizations
Deaths
Influenza and Pneumonia Syndrome* 8,392 822
Influenza Laboratory-Tests** 690 114
Totals: 10,082 936

Ou seja, de 30 de agosto a 19 de setembro os Estados Unidos tiveram 8.392 hospitalizações, sendo que destas, 690 tiverem os testes de laboratório realizados.

O total de óbitos devido à gripe e complicações já soma 936 em apenas 20 dias, ou seja, mostra-se absurdamente alto, demonstrando que a estimativa inicial do CDC de que na segunda onda os Estados Unidos poderiam ter mais de 90.000 mortos mostra-se mais do que plausível.

Gráfico comparativo da gripe em anos diferentes

Gráfico comparativo da gripe em anos diferentes

O gráfico acima mostra claramente a diferença entre este ano e anos anteriores, demonstrando que as internações e mortes são devidas à pandemia.

Para os dados completos, acesse a página do CDC em:

http://www.cdc.gov/h1n1flu/updates/us/

Vacinação contra gripe suína será ‘conturbada’, diz EUA.

HICAGO (Reuters) – Uma autoridade de saúde dos Estados Unidos afirmou que as primeiras semanas de outubro serão “um pouco conturbada” no início da distribuição do estoque de vacina contra a gripe H1N1, na próxima semana. Autoridades afirmam que a quantidade não será suficiente.

O Dr. Thomas Frieden, diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, disse na sexta-feira que sua agência enfrentava um dilema, pois a maioria das amostras da vacina contra o vírus H1N1 estarão indisponíveis na segunda metade de outubro.

“A escolha foi ter as vacinas estocadas em um armazém ou distribuí-las assim que estiverem disponíveis. Sentimos que a única resposta correta é distribuí-las o mais rápido possível”, afirmou Frieden a repórteres, por telefone.

Mas essa medida deve aumentar a pressão sobre os departamentos de saúde locais e dos estados, que provavelmente terão que mandar pessoas de volta para suas casas sem a medicação. “Será um pouco acidentado”, disse ele.

O governo norte-americano afirmou nesta semana que terá de 6 a 7 milhões de doses da vacina prontas na próxima semana, e outras 40 milhões para a segunda metade de outubro.

A produção deve continuar a uma taxa de 10 a 20 milhões de doses por semana, para um total de mais de 250 milhões até o final do ano.

A maioria das doses que ficarão prontas antes serão via um spray nasal feito pela MedImmune, da AstraZeneca. Ela foi aprovada para pessoas entre 2 e 49 anos, mas não é recomendada para os que possuem certos problemas de saúde, que correm o risco de adoecer gravemente se forem infectados com a vacina.

LOTE POR LOTE

Os Estados Unidos encomendaram vacinas de cinco empresas: MedImmune, Sanofi-Aventis, CSL, GlaxoSmithKline e Novartis.

Frieden disse que o problema veio pelo fato de se trabalhar com diferentes fornecedores. “Se não vem de uma grande porção, vem lote por lote”, disse.

Ele afirmou que a vacina é a melhor forma de combater a gripe suína, declarada uma pandemia em junho e que está se espalhando rapidamente por grande parte do território norte-americano e no mundo.

Fonte: - O Globo.

Proxima página »