Sobe para 95 o número de mortes por gripe suína na Venezuela.
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As mortes por causa da gripe suína subiram para 95 na Venezuela, onde já foram registrados 1.947 casos da doença, disse neste sábado a vice-ministra de Saúde Comunitária, Indira Corado.
Desde abril – quando o vírus H1N1 foi detectado no país – até este sábado, foram detectados 11.276 casos suspeitos da doença no país, e 1.947 foram confirmados, disse a funcionária. “Ao todo, 95 pessoas morreram devido às complicações em doenças associadas à gripe”, afirmou Corado, em declarações à Agência Bolivariana de Notícias ABN.
A vice-ministra reiterou o pedido à população para que procure imediatamente um médico aos primeiros sintomas da doença. “Pelo menos 80% dos pacientes que morreram consultaram um médico depois do quinto dia de sintomas, situação que complicou o quadro médico”, disse Corado.
Além disso, ressaltou que o Governo venezuelano “forneceu de maneira gratuita mais de 41 mil tratamentos tanto às pessoas diagnosticadas com o vírus H1N1, quanto às que apresentavam sintomas e depois a doença foi descartada”.
O primeiro caso da gripe suína foi detectado na Venezuela em 28 de abril em um jovem de 22 anos que tinha viajado para o Panamá.
Fonte: - Terra – .
- Sinceramente não acredito nos números de países da América do Sul, principalmente como a Venezuela, onde o governo omite tudo aquilo que não lhe seja favorável.
China tem dois mortos e três mil contaminados pela gripe suína em 48 horas.
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O Ministério da Saúde da China confirmou neste sábado que duas pessoas morreram e outras 2.972 foram infectadas pelo vírus da gripe suína nas últimas 48 horas, informou a agência de notícias oficial Xinhua.
Com essas duas últimas mortes, o número total de vítimas da doença no país se eleva a seis. O total de casos confirmados da gripe é de 44.981.
Segundo o comunicado do Ministério, até o momento, 33.184 pacientes se recuperaram e 29 dos 82 doentes em estado grave conseguiram ser curados.
Fonte: Folha Online -.
Ucrânia fecha todas as instituições de ensino devido à gripe suína.
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A primeira-ministra ucraniana, Yulia Timoshenko, ordenou nesta sexta-feira o fechamento de todas as escolas e universidades do país pelas próximas três semanas devido à epidemia de gripe suína –como é chamada a gripe A H1N1. O país, que tem 47 milhões de habitantes, assiste a uma explosão do número de casos de gripe suína, de acordo com o ministro da Saúde, Vasyl Kniazevich.
Segundo Timoshenko, em breve, as autoridades ucranianas também ordenarão quarentenas nas nove regiões onde a gripe suína já é epidêmica, pelo que se proibirão também durante 21 dias todas as atividades públicas e reuniões de massas, incluindo shows e cinemas. Haverá ainda um “regime especial que estipulará restrições ao deslocamento dos cidadãos de uma região a outra sem motivo especial”.
Durante reunião do governo com a comissão estatal de luta contra as epidemias, Timoshenko anunciou que o executivo atribuirá US$ 60 milhões para combater a propagação da doença e que viajará à zona mais afetada pela epidemia –as regiões de Zakarpatsk, Chernov, Rovensk, Volynsk e Jmelniktsk– para conhecer de perto a situação.
O surto epidêmico, que veio à tona terça-feira passada 27, explodiu na região de Ternopol, no oeste da Ucrânia, onde 38 mil pessoas contraíram o vírus. Destas, 951 tiveram que ser hospitalizadas.
Recentemente, em três regiões do oeste do país, 30 pessoas morreram devido a pneumonia virótica. Segundo o escritório de imprensa do Ministério da Saúde, pelo menos um dos casos de morte que foi diagnosticado inicialmente como pneumonia virótica foi provocado pela gripe suína. “Só podemos dizer por enquanto que, durante a epidemia, morreram 30 pessoas”.
Ele acrescentou que as autoridades estudam a possibilidade de implantar uma quarentena não só nas regiões ocidentais “mas em todo o país, porque o vírus se propaga com grande rapidez”.
Fonte: Folha Online -.
Suíça anuncia restrições à vacina da GlaxoSmithKline contra gripe suína.
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A vacina Pandemrix criada pelo laboratório britânico GlaxoSmithKline para a gripe suína não poderá ser utilizada nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos acima de 60 anos, anunciou a Swissmedic, autoridade suíça de regulação dos medicamentos.
A Comissão Europeia aprovou no fim de setembro, por recomendação da Agência Europeia de Medicamento Emea, o uso da Pandemrix para combater a pandemia de gripe A H1N1 nos 27 países do bloco, além de Islândia, Liechtenstein e Noruega.
A incerteza foi provocada pelo medicamento coadjuvante AS03 utilizado para a vacina da GlaxoSmithKline.
“Os dados atuais se referem fundamentalmente aos adultos, mas não existe nenhum dado para as mulheres grávidas e os relativos a crianças são insuficientes”, afirma a Swissmedic em um comunicado.
“Portanto, a Swissmedic ainda não autorizou a utilização da Pandemrix nas mulheres grávidas, nos menores de 18 anos e nos adultos com mais de 60 anos”, completa o texto.
A aprovação “rápida” da Pandemrix, além da Focetria da Novartis e Celvapan do laboratório americano Baxter, foi resultado do fato de que todas elas obtiveram em 2005 uma aprovação modelo, que permite a alteração da cepa, contra o vírus da gripe aviária, H5N1.
Vacinação
O GlaxoSmithKline GSK anunciou em 30 de setembro a entrega do primeiro lote de vacinas contra a gripe suína a diversos governos europeus.
O Reino Unido, país europeu mais afetado pela nova gripe, Espanha e França foram os primeiros a receber a fórmula. As autoridades sanitárias britânicas anunciaram uma campanha de vacinação em outubro para tentar evitar uma nova onda de gripe no inverno do hemisfério Norte.
A agência europeia recomendou um calendário de vacinação de duas doses com um intervalo de três semanas para os adultos, incluindo as mulheres grávidas, e as crianças a partir de seis meses de idade.
Em comunicado, contudo, reconheceu que há dados preliminares que sugerem que apenas uma dose pode bastar para os adultos e explica que as recomendações podem ser atualizadas em função dos resultados dos estudos clínicos.
Fonte: Folha Online -
- Ou seja, a vacina não serve para nada pois todos os países estão priorizando as grávidas, crianças e idosos…. Esses adjuvantes realmente estão se mostrando os responsáveis pelos problemas… Tudo porque os laboratórios criaram vacinas às pressas, cujos testes efetuados mostraram que essas vacinas não tinham a imunização recomendada, mas claro, o ímpeto comercial e a policagem internacional fez que a “mágica” do adjuvante alterasse completamente os resultados, criando falsos resultados em vacinas que antes eram inúteis e passaram a ser excelentes…
- É incrível como pode a OMS, que se diz um órgão de saúde internacional, ter anteriormente publicado que as vacinas não tiveram os resultados que se esperava, que não tinham a imunização adequada, e que seriam necessárias no mínimo duas doses para chegar perto do ideal, e de repente o mundo se vê na falácia da vacina contra o H1N1 como se fosse maravilhosa, sendo um produto remendado, sem os testes necessários, e pior, deixa sérias dúvidas não apenas quanto à imunização, mas também quanto aos resultados futuros dessa vacinação em massa.
Sul da Itália tem quatro mortes por gripe suína em três dias.
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A cidade de Nápoles (sul da Itália) registrou nesta quinta-feira a quarta morte em apenas três dias causada pelo vírus da gripe suína, como é chamada a gripe A (H1N1). No total, a Itália já contabiliza 11 mortes em decorrência da doença, que voltou a afetar as nações do hemisfério Norte devido à chegada das estações mais frias do ano.
No país, a vítima mais recente foi o médico Eugenio Campanile, 73, que sofria de sérios problemas respiratórios. Campanile estava internado no hospital Cotugno, em Nápoles.
No mesmo centro médico estão internados outros três pacientes que contraíram a doença, todos os quadros são considerados graves. Na terça-feira (27), um outro médico, de 55 anos, morreu devido à gripe. Nos últimos dias morreu um preso que estava internado com sérias complicações de saúde devido à infecção. Ele também sofria de problemas respiratórios e cumpria prisão perpétua.
Grande parte das vítimas da gripe que morreram no sul da Itália nos últimos dias tinham problemas de saúde que aceleraram o agravamento da doença. Algumas delas morreram apenas uma hora depois de serem internadas.
Segundo dados do Instituto Superior de Saúde, entre 1º de maio e 18 de outubro, foram notificados 15.455 casos da gripe suína na Itália. No último dia 14, o governo informou que havia começado a vacinar a população contra a doença. As primeiras doses foram distribuídas na região norte.
Fonte: Folha Online – .
Rio confirma mais 4 mortes por gripe suína e soma 120.
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A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil Sesdec informou nesta quinta-feira que foram confirmados quatro novas mortes de pacientes infectados pelo vírus da da gripe H1N1 – a gripe suína – no Rio de Janeiro. Até agora, o Estado registrou 120 mortes pela nova gripe.
» Mato Grosso confirma 20 mortes por gripe suína
» Gripe suína: governo estuda volta do Tamiflu às farmácias
Três das mortes ocorreram durante o mês de agosto e um em setembro. Entre as vítimas estão duas mulheres, um homem e uma criança de 3 anos.
Fonte: - Terra – .
Em uma semana, Espanha vê número de doentes de gripe suína dobrar.
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O número de pessoas contaminadas pelo vírus da gripe suína –como é chamada a gripe A (H1N1)– na Espanha dobrou em uma semana, chegando a 80.981 novos afetados, informou nesta quinta-feira o Ministério de Saúde e Política Social espanhol. Na semana entre os dias 11 e 17 deste mês, o número de contaminados pelo vírus foi de 42.387.
O ministério também confirmou que a gripe atou 63 pessoas na Espanha, nove a mais do que o último número, anunciado no dia 22.
Porém, segundo o Ministério, quase todos os casos que chegam aos centros de atendimento apresentam um quadro leve e respondem aos tratamentos convencionais.
Na Espanha, a campanha de vacinação contra a gripe suína começará no próximo dia 16. Terão prioridade os chamados grupos de risco, ou seja, profissionais de saúde, funcionários dos serviços essenciais –como bombeiros–, grávidas e doentes crônicos desde os seis meses de idade.
Fonte: Folha Online -.
Rio Grande do Sul confirma mais três mortes por gripe suína; total chega a 204.
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde CEVS informou nesta quinta-feira que foram confirmados mais três mortes, no Rio Grande do Sul, por gripe suína H1N1. O total de óbitos em virtude da doença chega a 204 no Estado.
Duas das três vítimas residiam na região sul do Rio Grande do Sul. Em Rio Grande foi registrada a morte de uma mulher de 45 anos, no dia 4 de agosto. Ela residia em Santa Vitória do Palmar. A outra vítima era residente da cidade de Turuçu e morreu em Pelotas no dia 14 de agosto. A mulher de 58 anos tinha doença renal crônica.
O terceiro óbito foi registrado em Porto Alegre, no dia 6 de setembro. O bebê de sete meses, residente em Minas do Leão, tinha hemoglobinopatia.
Fonte: – O Globo.
Mato Grosso confirma 20 mortes pela gripe suína.
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A Secretaria estadual de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) divulgou nesta quinta-feira a confirmação de 20 mortes causadas pelo vírus da Influenza A (H1N1), conhecida popularmente como gripe suína. Foram notificadas 30 mortes suspeitos, destas 20 foram confirmadas, três aguardam resultado de laboratório e seis tiveram resultado negativo.
Os casos de gripe suína foram identificados nos municípios de Cuiabá (1), Barra do Garças (2), Nobres (1), Várzea Grande (2), Diamantino (1), Rondonópolis (7), Primavera do Leste (1), Sorriso (1), Campo Novo dos Parecis (1), Paranatinga (1), Campo Verde (1) e Campinápolis (1).
A SES-MT notificou 726 casos de Influenza A (H1N1), sendo que apenas 105 foram confirmados em laboratório.
Fonte: Jornal do Brasil
Menino de 2 anos morre de gripe suína em Nova Odessa-SP
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A Secretaria de Saúde de Nova Odessa confirmou na noite de quarta-feira a morte de um menino de 2 anos, por complicações provocadas pela gripe suína. Essa é a terceira morte na cidade, que tem nove casos confirmados. A secretaria também a contaminação de um menino de 11 anos, mas ele já recebeu atendimento médico.
Na região de Campinas já foram registradas 57 mortes causadas pelo vírus H1N1.
Fonte: O Globo
Em alerta contra a gripe.
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A trágica lição dos efeitos da pandemia da gripe A que se espalhou pelo planeta desde que apareceu pela primeira vez no México, em abril deste ano, causando até agora mais de 4,5 mil mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), está exigindo planejamento e visão de longo prazo nas ações de prevenção e combate ao vírus H1N1. A decisão do presidente Barack Obama, de declarar emergência nos Estados Unidos, na semana passada, por causa da gripe suína, tem precisamente esse sentido.
Adotadas antes da chegada do inverno no Hemisfério Norte, as medidas preventivas contra a gripe suína adotadas nos EUA devem facilitar as ações de prevenção e dar maior agilidade ao atendimento aos doentes. Com a declaração do estado de emergência, foram tomadas providências práticas, como o aumento da capacidade de hospitais, médicos e postos de saúde para atender à demanda por tratamento em um eventual novo pico de infecções pelo vírus H1N1.
A operação faz todo o sentido. Os Estados Unidos são o país com o maior número de infecções e mortes pelo vírus da gripe desde o início da pandemia. Mais de mil pessoas já morreram em decorrência de complicações, entre elas dezenas de crianças. Com a proximidade do inverno, teme-se uma nova onda da doença.
A OMS diz não ter informações seguras para avaliar o potencial de contaminação no inverno que se aproxima no Hemisfério Norte. Para a organização, só com a efetiva chegada da estação será possível observar como a contaminação da gripe vai ocorrer. Entre as falhas e os acertos na luta contra o H1N1, há uma certeza entre os especialistas: a nova gripe deve permanecer por longo tempo no planeta.
Toda a ação preventiva ocorre enquanto não se torna realidade a esperança de uma erradicação por meio de uma vacina eficaz. Muitos esforços nesse sentido têm sido feitos no mundo inteiro. Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas cerca de 30 milhões de doses da primeira vacina disponível estão no mercado durante o outono, bem abaixo da estimativa inicial de 40 milhões. Na Grã-Bretanha, só pacientes de hospitais em estado grave, médicos e enfermeiros serão os primeiros a receber a vacina, dos 14 milhões de pessoas identificados como “grupo prioritário”. Por aqui, doses em massa só chegam em 2010. Depois disso, ainda restará ainda comprovar a eficácia da imunização em larga escala.
Diante das incertezas, a saída é apostar alto na prevenção, como fez Obama, numa decisão que deveria servir de exemplo para outros países. É o contrário do que tem ocorrido no Brasil. Fomos do alarmismo dos dias de inverno ao absoluto esquecimento do tema com a chegada da primavera. Tal como a cigarra da fábula, não estamos nos preparando para o inverno que há de vir. A uma distância temporal segura da ameaça, é preciso aproveitar para espalhar pelo Brasil um grande remédio contra as doenças infectocontagiosas: a informação. Sem pânico, com planejamento e ações preventivas é possível evitar, agora e no futuro, a perda maciça de vidas humanas.
Fonte: Editorial- Gazeta do Povo.
- O editorial desse jornal mostra uma preocupação correta em relação à gripe, mas não vislumbra que a medida adotada pelo presidente dos EUA também foi quase de pânico pois aquele país não esperava que a situação chega-se tão rápido ao que se vê agora, com tendência de muita piora.
Gripe suína fecha creche, escolas e Apae em cidade do Paraná.
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Depois de confirmar 13 casos de gripe A e outras 60 notificações da doença nos últimos dias, a prefeitura de Iguaraçu, no Paraná, decidiu fechar instituições municipais de ensino público. Uma escola, uma pré-escola, uma creche e a unidade da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais Apae não estão recebendo os alunos. A decisão de fechar as instituições partiu depois de uma reunião, nesta terça, entre autoridades de saúde que discutiram o aumento do número de casos da nova gripe e a morte de um homem de 35 anos, causada por complicações provocadas pela doença.
A escola municipal já estava fechada há uma semana como medida preventiva, mas vai permanecer com as portas trancadas por mais sete dias. As instituições que tiveram as atividades paralisadas nesta terça vão permanecer por 15 dias sem aulas. A cidade tem apenas 3,8 mil habitantes, e fica a 30 quilômetros de Maringá. Apenas uma escola estadual continua operando.
Representantes da 15.ª Regional de Saúde, da Secretaria de Saúde Municipal e da Defesa Civil compareceram à reunião e discutiram planos de ação para combater a proliferação da gripe A na cidade. Mesmo com o término do tempo frio e a chegada da primavera, casos da nova gripe continuam acontecendo. “Houve um relaxamento da população e tivemos esse aumento de casos. Agora temos que cuidar disso”, disse o coordenador de controle interno de Iguaraçu, João Maria Catocci. No início desta semana, um homem que estava internado morreu depois de complicações de saúde causadas pela gripe A.
Na região de Maringá, que compreende a área de atuação da 15.ª Regional de Saúde 21 mortes já foram confirmadas. Só em Maringá 13 óbtos foram confirmados. Ainda 14 pessoas permanecem internadas, sendo duas em Unidade de Terapia Intensiva UTI.
Cinco mortes e quase 3 mil novos casos de gripe A H1N1 foram confirmados no Paraná nesta segunda-feira pela Secretaria de Estado da Saúde Sesa. De acordo com o boletim epidemiológico número 70, já chega a 23.556 os casos da nova gripe no Paraná. No total, 274 pessoas morreram. As mortes ocorreram nas regionais de saúde de Curitiba, Guarapuava, Umuarama, Cianorte e Paranavaí
Fonte: - O Globo.

