Sorocaba registra a primeira morte por gripe suína (H1N1) este ano.
A Vigilância Epidemiológica de Sorocaba, cidade a 92 quilômetros de São Paulo, confirmou hoje a primeira morte causada pelo vírus da gripe suína (Influenza A H1N1) este ano na cidade. A paciente, de 43 anos, estava internada desde o dia 20 e morreu no final da noite de sábado. Ela não fazia parte dos grupos de risco cobertos pela vacinação. Segundo a Vigilância Epidemiológica, a paciente foi atendida de acordo com o protocolo indicado para a doença.
A cidade teve outros três casos de gripe suína confirmados este ano, mas os pacientes foram tratados e tiveram alta. Outros dois casos suspeitos aguardam o resultado de exames. Em 2009, início da pandemia, a cidade registrou 246 casos e 11 mortes. A vacinação para os grupos de risco, conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, continua até quarta-feira, dia 2. A média de cobertura de cada grupo está sendo de 80%.
fonte: A Tarde On-Line
- A notícia de mais uma morte no interior de SP mostra que ao contrário da informação da OMS, o H1N1 circula já com certa intensidade no Brasil, devendo portanto a população tomar maiores precauções quanto à prevenção da doença.
Gripe Suína (H1N1): últimos dados da Organização Mundial da Saúde.
Pandemia de gripe (H1N1) 2009 – 102 atualização
2010 – Até 23 de maio, em todo o mundo mais de 214 países e territórios ou comunidades têm relatado casos laboratorialmente confirmados de gripe pandémica H1N1 de 2009, confirmadas mais de 18.114 mortes.
A OMS está monitorando ativamente a evolução da pandemia através de consultas freqüentes com os Escritórios Regionais da OMS e os Estados-Membros e através do monitoramento de múltiplas fontes de informação.
Situação atual:
As áreas mais ativas de transmissão do vírus da gripe pandêmica estão atualmente em algumas partes do Caribe e do Sudeste Asiático, onde a circulação de baixo nível está ocorrendo. Com exceção de áreas localizadas de atividade da gripe pandêmica em partes do Chile, há pouca evidência de atividade pandemica de gripe na zona temperada do hemisfério sul. De notar que vírus sincicial respiratório (RSV) está circulando amplamento na América do Sul, resultando em um aumento na atividade da doença respiratória, o que complica um pouco a interpretação dos dados da vigilância sindrômica da área. O RSV afeta principalmente crianças menores de 5 anos. Os vírus da gripe sazonal, continuam a ser detectados em níveis baixos ou esporádicos em todas as regiões. Tem sido relatado aumento na atividade dos vírus Influenza B na América do Sul, onde só apareceu recentemente e encontra-se em níveis baixos, enquanto ela está diminuindo em Ásia.
No Caribe e América Central, Cuba e, em muito menor escala, Costa Rica, continuar a ter circulação ativa do vírus da gripe pandêmica (H1N1). Em Cuba, a atividade atual da gripe pandêmica, que começou durante o final de fevereiro de 2010, permanece inalterada desde o alcance do pico, durante meados de Abril de 2010, além disso, durante o mês passado, houve detecções esporádicas de vírus da gripe sazonal B e as provas também de co- -circulação de outros vírus respiratórios. A Costa Rica, sustenta baixos níveis do vírus da pandemia de gripee também foram relatadas a co-circulação de outras viroses respiratórias, desde o início de 2010. Vários outros países da região continuam a relatar as detecções esporádicas de vírus da gripe sazonal B com baixo nível de co-circulação de outros vírus respiratórios.
Na zona tropical da América do Sul, os vírus da gripe sazonal continuam a circular em baixa, a níveis esporádicos. No Peru, os recentes aumentos na atividade regional de doenças respiratórias (em crianças menores de 5 anos de idade) tem sido amplamente associada com circulação do vírus respiratório sincicial (RSV). Na Colômbia e no Brasil, os baixos níveis da circulação do vírus da gripe sazonal H3N2, foram detectados durante o mês passado. Na Bolívia, um período recente de circulação predominantemente sazonald vírus influenza tipo B parece ter concluído.
Fonte: OMS (em inglês – no link encontram-se os dados completos pois traduzi apenas um resumo)
- É natural que a OMS não tenha os dados devidamente atualizados, pois depende da burocracia dos países membros em informar o órgão, bem como as “pesquisas” que a OMS faz são muito restritas. De qualquer modo, não se vislumbra ainda uma grande circulação do H1N1 na América do Sul, sendo relatados alguns casos no Brasil, inclusive com mortes já divulgadas aqui no blog, mas ainda (felizmente), longe de constatar-se um epidemia local como no ano passado, lembrando no entanto que a atividade viral deverá aumentar com a chegada próxima do inverno.
Brasil se torna o principal destino de agrotóxicos banidos no exterior.
Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai.
A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com rapidez a reavaliação desses produtos, etapa indispensável para restringir o uso ou retirá-los do mercado. Desde que, em 2000, foi criado na Anvisa o sistema de avaliação, quatro substâncias foram banidas. Em 2008, nova lista de reavaliação foi feita, mas, por divergências no governo, pressões políticas e ações na Justiça, pouco se avançou.
Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citrocultura, será banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São Paulo.
Da lista de 2008, três produtos aguardam análise de comissão tripartite – formada pelo Istituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Ministério da Agricultura (Mapa) e Anvisa – para serem proibidos: acefato, metamidofós e endossulfam. Um item, o triclorfom, teve o pedido de cancelamento feito pelo produtor. Outro produto, o fosmete, terá o registro mantido, mas mediante restrições e cuidados adicionais.
Enquanto as decisões são proteladas, o uso de agrotóxicos sob suspeita de afetar a saúde aumenta. Um exemplo é o endossulfam, associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em 2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t.
“Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam”, resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner. Proibido na UE, China, Índia e no Paraguai, o metamidofós segue caminho semelhante.
O pesquisador da Fiocruz Marcelo Firpo lembra que esse padrão não é inédito. “Assistimos a fenômeno semelhante com o amianto. Com a redução do mercado internacional, os produtores aumentaram a pressão para aumentar as vendas no Brasil.” As táticas usadas são várias. “Pagamos por isso um preço invisível, que é o aumento do custo na área de saúde”, completa.
O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Mapa, Luís Rangel, admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no Brasil têm aumento anormal de consumo entre produtores daqui. Para tentar contê-lo, deve ser editada uma instrução normativa fixando teto para importação de agrotóxicos sob suspeita. O limite seria criado segundo a média de consumo dos últimos anos. Exceções seriam analisadas caso a caso.
A lentidão na apreciação da lista começou com ações na Justiça, movidas pelas empresas de agrotóxicos e pelo sindicato das indústrias. Em uma delas, foram incluídos documentos em que o próprio Mapa posicionou-se contrariamente à restrição. Só depois que liminares foram suspensas, em 2009, as análises continuaram.
Empresas. Representantes das indústrias criticam o formato da reavaliação. O setor diz não haver critérios para a escolha dos produtos incluídos na lista. E criticam a Anvisa por falta de transparência. Para as indústrias, o material da Anvisa não traz informações técnicas.
A Associação Nacional de Defesa Vegetal critica as listas de riscos ligados ao uso de produtos, muitas vezes baseadas em estudos feitos em laboratório. “Não há como fazer estudos de risco em população expressiva. A cada dia, mais países baseiam suas decisões em estudos feitos em laboratórios”, rebate o gerente-geral de Toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meireles.
Fonte: - Estadao.com.br.
Guatemala enfrenta tempestade tropical e cinzas vulcânicas.
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A primeira tempestade a receber nome na temporada deste ano na região do Pacífico da costa das américas, encontra-se na costa da Guatemala, que já tem problemas com a erupção de um vulcão, trazendo cinzas para todo o país e causando caos aéreo, e agora sofrerá com a tempestade tropical Agatha, que está exatamente sobre a costa desse pequeno país, e deverá seguir adiante atravessando a América Central, perdendo força e provavelmente dissipando-se, mas pode trazer sérias consequências devido à enchentes, principalmente por causa das cinzas vulcânicas, que literalmente entopiram diversas regiões do país.
As tempestades tropicais, que podem chegar a furacão, recebem nomes de listas préviamente existentes, e criadas pelos centros meteorológicos. A lista de nomes para a temporada deste ano para o Pacífico Norte, (região das Américas) segue abaixo:
Agatha
Blas
Celia
Darby
Estelle
Frank
Georgette
Howard
Isis
Javier
Kay
Lester
Madeline
Newton
Orlene
Paine
Roslyn
Seymour
Tina
Virgil
Winifred
Xavier
Yolanda
Zeke
Já as tempestades tropicais e furacões que surgirem no Atlântico Norte nesta temporada, terão nomes conforme a lista abaixo:
Alex
Bonnie
Colin
Danielle
Earl
Fiona
Gaston
Hermine
Igor
Julia
Karl
Lisa
Matthew
Nicole
Otto
Paula
Richard
Shary
Tomas
Virginie
Walter
As listas de nomes de tempestades para os próximos anos, bem como de regiões como o Pacífico Central e o Pacífico oriental (Tempestades formadas nessas regiões são chamadas de Tufão e não de Furacão, mas o fenômeno é o mesmo), podem ser obtidas na página da NOAA.
Depois da Guatemala, agora vulcão no Equador tira 2.500 pessoas de suas casas e bloqueia espaço aéreo.
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O vulcão Tungurahua, no centro do Equador, 135 quilômetros ao sul de Quito, registrou na sexta-feira, 28, uma de suas maiores erupções, obrigando a população evacuar a área e levando quatro aeroportos a suspenderem operações, segundo informações da France Presse.
No total, 2.500 pessoas nas províncias de Chimborazo e Tungurahua tiveram que deixar a região e ficaram desabrigadas, segundo o governo. Várias delas foram a Penipe, onde há abrigos para 160 pessoas e casas recém construídas em um plano de reassentamento de comunidades em risco, disse o prefeito local, Fausto Chunata, à France Presse.

Erupção no vulcão Tungurahua: especialistas não descartam novos episódios (foto: Dolores Ochoa/AP)
A emissão de fluxos piroclásticos (mistura de gases, cinza e rochas cuja temperatura pode chegar a 800ºC já parou, mas não estão descartadas novos episódios similares, segundo o Instituto Geofísico de Quito. O diretor da entidade, Hugo Yépez, avaliou a situação como “séria e complexa”.
O maior pico foi registrado em agosto de 2006, causando seis mortes e destruindo 700 casas, além de ter danificado a infraestrutura da região.
fonte: Estadão
- Como eu já tinha colocado anteriormente, inclusive com a notícia do vulcão da Guatemala, a atividade sísmica terrestre está claramente em alta, não sendo essa erupção um caso isolado e não ficarei nada surpreendido caso outras erupções ocorram em breve.
Índice de atividade magnética solar aumenta para “moderado” neste sábado.
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Os índices de “tempestade geomagnética” utilizados pela NOAA são em uma escala que vai de G1 a G5, que correspondem respectivamente aos índices geomagnéticos de Kp5 a Kp9.
Em um dia “normal”, o índice Kp não ultrapassa 2 ou 3, e portanto não há “tempestade geomagnética”. Já em momentos de atividade solar mais intensa, esses índices se elevam, e em valores muito altos podem normalmente significar interferências em comunicações, problemas de navegação, e em valores extremos a “queima” de equipamentos e até mesmo a queda de satélites.
Os índices aumentam normalmente quando o Sol encontra-se no seu período de máxima atividade, lembrando que os períodos de máximas e mínimas correspondem a ciclos de aproximadamente 11 anos, sendo que entramos no ano passado em um novo período de máximas e portanto a atividade solar deve aumentar pelos próximos anos.
Para este sábado, houve o alerta de índice Kp6, que corresponde à tempestade geomagnética G2 na escala da NOAA.
Lembro que no menu acima, na aba “Tempo e Clima”, a atividade solar é atualizada automáticamente por link de dados diretamente da NOAA.
Vulcão deixa um morto e três estados da Guatemala em emergência.
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O presidente da Guatemala, Álvaro Colom, declarou estado de emergência em três departamentos Estados do país, após uma erupção vulcânica em Pacaya, no sul. A erupção matou pelo menos uma pessoa e provocou o fechamento do aeroporto internacional guatemalteco.
Cinza vulcânica provinha da região, enquanto a lava era expelida pelo vulcão, localizado 50 quilômetros ao sul da capital. No fim do dia de ontem, Colom decretou o estado de emergência por pelo menos 15 dias, em três departamentos próximos da erupção, iniciada na noite de quarta-feira e que tem aumentado de intensidade.
O Aeroporto Internacional La Aurora estava fechado para garantir que os aviões não passassem pela cinza vulcânica, informou uma porta-voz do local. Há o temor de que essas cinzas prejudiquem os motores das aeronaves, provocando acidentes. Os voos chegando ao país estão sendo desviados para outros aeroportos guatemaltecos, disse a funcionária.
Cerca de 1.600 pessoas foram retiradas de suas casas por causa do vulcão, que fica 2.552 metros acima do nível do mar, na nação centro-americana.
O corpo queimado do jornalista guatemalteco Aníbal Archila foi encontrado por um colega, segundo o qual o repórter de televisão não conseguiu escapar dos materiais lançados pela erupção, como pedras. Três crianças, com idades de sete, nove e dez anos, estão desaparecidas na área, disseram funcionários. Há 288 vulcões na Guatemala, oito dos quais estão ativos. As informações são da Dow Jones.
Fonte: – Estadao.com.br.
- Esse é mais um indício do aumento da atividade sísmica terrestre, pela qual venho colocando diversos informes no blog, inclusive sobre tremores. Lembro inclusive do tremor a grande profundidade que houve no estado do Acre esta semana. – A continuar assim, embora não se tenha como prever ou comprovar tais ocorrências, por mera especulação, mas baseado em experiências de pesquisas anteriores, acredito que teremos outros tremores de grande intensidade bem como podemos ter outras grandes erupções em breve.
Após 3 anos, Instituto Butantan ainda não faz vacina contra a gripe.
Inaugurada três anos atrás, a fábrica de vacina contra a gripe comum do Instituto Butantan, em São Paulo, até hoje não produziu nenhuma dose. A informação é da reportagem de Ricardo Westin publicada na edição desta sexta-feira da Folha de São Paulo.
Segundo o texto, o prédio e os equipamentos custaram R$ 70 milhões ao Ministério da Saúde –que promove a vacinação anual dos idosos– e ao governo de SP. A fábrica está parada porque o Butantan ainda não obteve as certificações da Anvisa Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Sanofi Pasteur, multinacional que detém a tecnologia de produção da droga.
Para o diretor do Butantan, Otávio Mercadante, a demora está dentro do prazo previsto. Quando o Butantan produzir a vacina, o Brasil não precisará mais importar nenhuma dose e economizará R$ 100 milhões por ano. A fábrica também produzirá vacina contra a gripe suína.
Fonte: Folha.com -.
- Ou seja, mais um dos absurdos do país. Já tivemos notícia de escândalos de desvio de verbas no Butantan, e com a notícia acima, podemos claramente prever que nada será fabricado e os equipamentos serão sucateados como acontece em tantos hospitais e centros de pesquisa do país.
- No ano passado vimos em diversas reportagens, inclusive com entrevistas na TV, que o instituto Butantan iria fabricar vacina, que já tinha recebido as “sementes” da vacina contra a gripe suína (H1N1), etc… Ou seja, mais uma mentira da vergonha nacional.
Especialista em furacões dos EUA prevê ano ‘infernal’.
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Cresceu no mês passado a ameaça de que o Atlântico sofra mais furacões que o normal, e este promete ser um “ano infernal”, disse um importante meteorologista norte-americano nesta quarta-feira 26.
William Gray, pioneiro na previsão de furacões e fundador de um respeitado centro de pesquisas da Universidade Estadual do Colorado CSU, disse que sua universidade irá atualizar as previsões para a temporada de 2010 em um relatório a ser divulgado em 2 de junho.

Furacão no Oceano Atlântico é registrado por satélites da Nasa. Em relatório lançado em abril, a Universidade do Colorado previa oito fenômenos desse tipo em 2010. (Foto: Nasa via AFP)
“Os números vão ser bem altos”, afirmou Gray em entrevista na Flórida, onde participa de uma conferência. “Parece ser um ano infernal.”
Ele não quis especificar o número de tempestades que serão previstas no relatório. No último boletim, em 7 de abril, a CSU previa oito furacões, sendo quatro deles “grandes”, ou seja, pelo menos na categoria 5 da escala Saffir-Simpson ventos regulares de pelo menos 178 quilômetros por hora, com rajadas de até 250 quilômetros por hora.
O devastador furacão Katrina, de 2005, chegou apenas à categoria 3. Aquele ano, aliás, e se tornou o recordista em termos de tempestades tropicais quando da passagem do Wilma – 22ª tempestade, sendo 13º furacão, e o 6º “grande furacão”. Wilma chegou à categoria 5 e foi a quarta tempestade mais custosa na história dos EUA.
Na sua previsão de abril, a CSU estimava um total de 15 grandes tempestades tropicais das que recebem nomes, com ventos de pelo menos 63 quilômetros por hora no período de 1º de junho a 1º de dezembro, a temporada oficial das tempestades no Atlântico Norte.
Em média, ocorrem dez tempestades por temporada, sendo que seis delas se tornam furacões ventos acima de 117 quilômetros por hora.
Gray e seu colega Phil Klotzbach, meteorologista da CSU, disseram à Reuters que os modelos meteorológicos têm mostrado uma recente mudança no padrão dos ventos e um aquecimento das águas do Atlântico tropical, fatores que reforçavam a probabilidade de muitas tempestades neste ano.
“Tudo está se configurando como uma temporada muito ativa”, disse Gray.
Fonte: G1 -.
- Agora é esperar para ver. Ano passado falaram a mesma coisa e não deu em nada. Resta óbvio que a questão dos furacões no Atlântico não se deve apenas em razão do aquecimento do oceano. São diversos fatores ainda não entendidos corretamente e dependem ainda de muito estudo.
Estado de São Paulo tem mais uma vítima da gripe suína (H1N1). É a terceira morte na região de Campinas.
A Secretaria de Saúde de Hortolândia confirmou nesta quarta-feira a primeira morte pela gripe suína (H1N1) na cidade. Trata-se de uma mulher entre 50 a 60 anos que faleceu no dia 7 de maio no Hospital Mario Covas. Segundo a Vigilância Epidemiológica a morte pelo vírus foi confirmada a partir de exames laboratoriais.
Essa é a terceira morte provocada pela nova gripe este ano na região de Campinas. Os outros casos foram em Santa Barbara d’Oeste e em Campinas. Um homem de 31 anos faleceu no dia 5 de março após ficar internado por oito dias na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericordia, em Santa Barbara.
Na terça-feira, a Secretaria de Saúde de Campinas anunciava a morte pela grupe suína de uma mulher de 34 anos ocorrida no dia 18 de maio. Ela esteve internada em um hospital particular.
Além de Campinas os municípios de Paulínia e Sumaré também estão com pacientes em tratamento pela gripe A. No ano passado, na região de Campinas, 57 pessoas morreram em decorrência do virus H1N1.
Fonte: Terra
- Ou seja, como já alertado anteriormente, o vírus H1N1 já circula pelas regiões Sul e Sudeste e a grande questão agora volta a ser a prevenção pois caso contrário teremos inúmeras vítimas fatais como no ano passado, isso sem levar em consideração os inúmeros casos que nunca foram confirmados.
- Só no estado de SP já são 6 mortes confirmadas em 2010.
A gripe e o falso dilema de Salomão.
O texto abaixo é do colunista Fernando Martins, do jornal “A gazeta do povo“, e expressa o que acredito seja o pensamento de muitos leitores deste blog (e o meu também), e por isso mesmo transcrevo abaixo:
A campanha nacional de vacinação contra a gripe suína parece confrontar o governo brasileiro com o dilema de Salomão – o rei bíblico que teve de decidir para qual de duas mulheres entregaria a criança de que ambas alegavam ser mãe. No caso da nova gripe, os administradores públicos, diante dos recursos escassos para adquirir doses de vacina para todos, elegeram grupos de risco que passaram a ter direito de serem imunizados. A vacinação dos mais vulneráveis foi priorizada.
Trata-se, porém, de um falso dilema. A saúde é um direito assegurado a todos os brasileiros, no artigo 6.º da Constituição. E, pelo artigo 194, ela é classificada como direito universal. Ou seja, o Estado teria de necessariamente garanti-a a qualquer cidadão.
Um direito universal não pode ser fruto de uma política de exclusão de grupos – ainda que haja uma lógica racional nessa forma de discriminação epidemiológica. A única alternativa legal seria garantir a vacinação aos 190 milhões de brasileiros – mesmo àqueles que venham a rejeitá-la. Também seria a única opção moralmente aceitável. Se a vida é o valor mais elevado que uma sociedade saudável pode cultivar, a perda de uma única delas pela omissão do Estado não é admissível.
Obviamente, aqui os burocratas de plantão tratariam de resgatar o dilema de Salomão em defesa de sua estratégia epidemiológica. Faltam recursos para assegurar a saúde a todos, diriam. Seria preciso fazer escolhas, acrescentariam. Mas tudo isso não passaria de desculpa.
Um argumento seria a ausência de vacinas no mercado para atender a todos. Mentira. Sobraram muitíssimas doses nos países do Hemisfério Norte, onde expressivas parcelas da população, desconfiadas da confiabilidade da vacina, não procuraram ser imunizadas. Essas vacinas não usadas em outras nações poderiam ser adquiridas pelo Estado brasileiro.
Mas, argumentariam os burocratas, falta dinheiro no orçamento federal. Esse discurso seria puro cinismo. Afinal, há verba pública para projetos e ações que não são direitos básicos dos cidadãos, como a Copa do Mundo, as Olimpíadas e propaganda governamental. Só nos primeiros quatro meses deste ano, por exemplo, o governo federal gastou R$ 240 milhões com propaganda.
Fica claro que nosso dilema não é definir quem deve receber ou não a vacina, quem deve ou não correr o risco de ficar doente. Nosso dilema é optar entre investir em saúde ou em outras áreas.
Salomão teve sabedoria para fazer a escolha correta e justa. Usou o estratagema de determinar a divisão do bebê em dois como artifício para descobrir a verdade e fazer justiça. Usou a morte para valorizar a vida. Nós, brasileiros, ainda carecemos da sabedoria salomônica. Usamos argumentos vários para justificar mortes que poderiam ser evitadas.
Fonte: Fernando Martins – A gripe e o falso dilema de Salomão – Colunistas – Gazeta do Povo.
- Bravo !
Paraná confirma 1.223 casos da gripe suína (A/H1N1) em 2010.
O Paraná registrou 1.223 casos confirmados de nova gripe apenas neste ano, conforme balanço divulgado na segunda-feira 24 pela Secretaria da Saúde. Onze pessoas morreram vítimas da doença no estado.
De acordo com a Secretaria, o município de Londrina tem o maior número de notificações, com 416 pacientes, sendo 21 gestantes. A cidade de Maringá tem o segundo maior número de vítimas, com 373, sendo seis gestantes.
Na Região Metropolitana de Curitiba, foram registrados 137 casos de nova gripe. Do total, quatro são gestantes.
Do total de mortos, três foram registrados na Região Metropolitana de Curitiba e três na região de Maringá PR. Duas mortes ocorreram na região de Ponta Grossa. Outros óbitos ocorreram em Pato Branco PR, Londrina PR e Cornélio Procópio PR.
Segundo a Secretaria da Saúde, 64% dos mortos eram mulheres.
Fonte: G1 – .
- Realmente o vírus A/H1N1 já está circulando pelo país. Como já postado anteriormente, é hora de precaver-se !




