Furacão Alex, agora de categoria 2, deverá atingir a costa do México daqui a algumas horas.
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O Furacão Alex, primeiro da temporada de furacões este ano, ganhou força no Golfo do México e atingiu a categoria 2, com ventos constantes em torno dos 180 Km/h e rajadas com velocidade que superam os 200Km/h.
Devido ao Furacão, as tentativas de contenção do vazamento de petróleo foram interrompidas, e devido aos ventos e às ondas, o óleo será muito espalhado e levado às praias.
Alex já causou vítimas em sua passagem pelo Caribe e espera-se infelizmente a ocorrência de danos e até mesmo mortes devido às forças dos ventos e as enchentes que trará ao México e parte da costa do estado americano do Texas.
Alagoas decreta estado de emergência de saúde pública após enchentes.
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Alagoas decretou estado de emergência de saúde pública por causa da situação de risco para ocorrência de casos de doenças transmissíveis ou não. A informação foi anunciada nesta terça-feira, 29, pela Secretaria de Estado da Saúde, no primeiro boletim epidemiológico das áreas atingidas pelas enchentes que castigaram o Estado nas últimas semanas. Seis casos de leptospirose já foram registrados.
De acordo com os dados da Defesa Civil, 28 municípios foram afetados, o que corresponde a 27,4% do total do Estado. Destes, 4 decretaram estado de emergência e 15 anunciaram calamidade pública. O número de pessoas afetadas foram 181.020 pessoas, segundo a Notificação Preliminar de Desastre.
O município com maior porcentual de pessoas afetadas foi Santana do Mundaú (99,7%), seguido de União dos Palmares (87,7%). Ocorreram 37 óbitos em 7 dos municípios afetados: Santana do Mundaú, Joaquim Gomes,União dos Palmares, Branquinha, Paulo Jacinto, Murici e Rio Largo.
Fonte: – Estadao.com.br.
- Resta claro que a situação das cidades atingidas pelas enchentes está na “beira do abismo” se o governo não tomar iniciativas sérias e urgentes. Não adianta chegar alimentos e remédios se não houver um método correto de logística na distribuição do material. Além disso, a questão da manutenção do saneamento público deve ser prioritária, mas devido a situação em que se apresentam as cidades, teremos infelizmente um número muito grande de doenças espalhadas devido à bactérias e vírus que estão proliferando na água e lama, onde com certeza ainda existem corpos humanos e de animais soterrados.
Enquanto o México tem redução de casos e retira alerta, a Índia tem crescimento de mortes pela gripe suína (H1N1).
Divulguei em meu último post sobre a retirada do alerta epidemiológico pelo governo do México, devido à redução nos casos de gripe suína. Hoje no entanto recebi via PROMED, a informação de na Índia a situação aparenta o oposto.
Segundo as informações divulgadas, após o início do período das monções, está ocorrendo um aumento nas mortes devido à gripe suína na Índia, informando que principalmente nos estados de Kerala e Maharashtra, onde ocorreram 7 mortes nos últimos dias, sendo que especialmente em Kerala, o número de mortes já chega a 32.
O governo local enviou um grupo de especialistas para avaliar a situação e verificar o que está ocorrendo.
Essa informação preocupa, e mostra que não se pode “baixar a guarda” de modo algum com relação ao H1N1. Vamos aguardar.
México encerra o alerta epidemiológico da gripe suína (H1N1)
O governo mexicano informou nesta terça-feira que está encerrado o alerta epidemiológico devido ao vírus H1N1.
Segundo as informações divulgadas, o encerramento se deu devido à redução das mortes e a queda na confirmação da circulação do vírus naquele país.
O alerta encerra com a confirmação de que no México tiveram confirmados 72.546 casos de gripe suína, com 1.289 mortes. O país vacinou ao menos 27 milhões de pessoas e haviam até o dia 25 de junho apenas 22 pessoas hospitalizadas devido ao vírus, o que comparado com outubro (216 pessoas), é apenas 10%, o que ajudou o governo a encerrar o alerta.
As informações completas podem ser obtidas na fonte: Associated Press.
- Essa é uma informação que pode levar a OMS à encerrar a pandemia em breve, principalmente porque não há, felizmente, notícias de muitas pessoas com o vírus H1N1 na América do Sul e especialmente no Brasil, sendo poucos os casos registrados. Vamos aguardar para ver o posicionamento do órgão internacional de saúde.
Campanha de vacinação contra a gripe suína termina na quarta-feira (30/06) em SP.
Termina na próxima quarta-feira 30 a campanha de vacinação contra a gripe suína –H1N1– em todo o Estado de São Paulo. Depois dessa data, os postos de saúde só irão vacinar crianças de seis meses a 4 anos e 11 meses e aquelas portadoras de doenças crônicas até oito anos que precisem receber a segunda dose da vacina.
Segundo levantamento da Secretaria Estadual de Saúde, foram vacinadas no Estado, desde o dia 8 de março, 20.008.481 pessoas, o que representa o que representa 47,5% de toda a população estimada para o Estado segundo a Fundação Seade. A única contraindicação da vacina é para quem tem alergia a ovo de galinha.
A segunda dose da vacina não precisa ser aplicada exatamente 30 dias após a primeira, mas é importante que as crianças recebam a dose complementar, afirma a secretaria. “É fundamental que a criança receba a segunda dose para que ela esteja totalmente protegida como a nova gripe”, diz Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
Fonte: Folha.com -.
Alex, a primeira tempestade tropical do ano no Atlântico deve atingir o México como furacão
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Conforme já esperado (vide posts anteriores), formou-se a primeira tempestade tropical da temporada 2010 no Oceano Atlântico, recebendo o nome Alex.
Alex no entanto não deverá permanecer apenas como uma grande tempestade tropical, mas pelas estimativas dos modelos da NOAA, Alex já deve ser o primeiro furacão da temporada, e deverá atingir o México entre quarta e quinta-feira. Continuo a alertar que trata-se da região afetada pelo vazamento de petróleo e portanto a chegada desse furacão deve causar mais problemas ainda nas tentativas (todas frustadas) de interroper a vazão, bem como fará a mancha espalhar muito, levando à costa muito rapidamente.
Catástrofe climática do Nordeste já teve precedentes anteriores.
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A semana que passou foi marcada pelo desastre de proporções impressionantes na Zona da Mata de Pernambuco e Alagoas, tragédia que, infelizmente, se repete. Exatamente. Não foi a primeira vez que cidades às margens dos rios Mundaú, Canhoto e Paraíba acabaram arrasadas pela força das águas. Em 14 de março de 1969, a pequena cidade alagoana de São José da Lage foi destruída por uma enchente relâmpago do rio Canhoto. O noticiário relatou à época mais de mil mortos. Foram centenas de pessoas arrastadas e afogadas.
Casas e prédios vieram abaixo, como agora se vê em várias cidades alagoanas e pernambucanas. “Onda gigante no Sertão” se disse em 1969 como agora se fala em tsunami.
A própria São José da Lage foi atingida, mesmo que em menor proporção que há 41 anos, já que muita gente, traumatizada pela catástrofe de 1969, decidiu morar longe do rio. A tragédia não foi a primeira e não será a última. Se após o episódio de 41 anos atrás tivessem sido adotadas medidas de contenção de cheias ou prevenção como retirada de moradores de áreas ribeirinhas, as conseqüências da chuva teriam sido menores, afinal inundações são recorrentes na zona com precedentes de eventos de natureza catastrófica. O desastre no Nordeste de agora é mais um no Brasil em que há a mão negligente de governantes do presente e do passado.
No que concerne ao cenário oceânico-atmosférico que levou ao desastre de 2010 no Nordeste do Brasil, a convicção do pessoal da Metsul é de que a tragédia teve forte correlação com as condições atuais de TSM (temperatura da superfície do mar) do Atlântico Sul – TSA Index – ficou ainda mais reforçada após ler estudo que demonstra aquecimento muito acima da média das águas do Atlântico na região por onde se propagam as ondas de Leste na mesma área de agora, mas em 1969, quando do desastre análogo de 41 anos atrás em São José da Lage (imagem abaixo de Hindcasts of tropical Atlantic SST gradient and South American precipitation: the influences of the ENSO forcing and the Atlantic preconditioning por Huei-Ping Huan et all).
Chuva intensa associada a sistemas frontais que alcançaram a região no fim do outono e TSM do Atlântico muito acima da média na área de propagação das easterly waves acabaram por criar uma condição de solo, hidrológica e atmosférica altamente propícia a eventos extremos de chuva e inundações relâmpagos com conseqüências catastróficas. As lições de 1969 não foram aprendidas. Serão as de 2010 ? (Fotos de Antônio Cruz/ABr com apoio em pesquisa de Alexandre Aguiar/MetSul Meteorologia)
Fonte: Metsul.
Forma-se no Atlântico Norte a primeira tempestade que pode chegar a furacão.
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Formou-se o que agora ainda é a “depressão tropical -1″ no Atlântico, próximo ao Caribe mexicano e deverá inclusive cruzar parte do México entre domingo e segunda-feira, o que acarretará na perda da força da tempestade, mas ao entrar no Golfo do México, deverá novamente ganhar força e seguir em direção ao Texas.
A tempestade deverá receber o nome Alex, primeiro da lista de tempestades tropicais e furacões para esta temporada.
É importante lembrar que a tempestade deverá atingir a área onde encontra-se o vasamento de petróleo e com certeza levará à costa dos Estados Unidos uma boa parte do óleo, causando um estrago e tanto.

Ministério da Saúde aprova novo teste de identificação do vírus H1N1 (Gripe Suína).
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (23), a produção de insumos (matéria-prima) próprios para a realização dos exames que vão diagnosticar a presença do vírus H1N1, causadores da gripe A.
A produção dos insumos brasileiros vai reduzir em até quatro horas o diagnóstico da nova gripe. Com os materiais importados, utilizados no ano passado durante o primeiro surto da doença, o diagnóstico podia demorar até oito horas para ser confirmado.
“Antes, tinha de esperar ao menos oito horas para o diagnóstico. Agora, com kit brasileiro, sai em quatro horas”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
A produção dos insumos utilizados na realização dos testes, foi fruto de uma parceria entre o Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto de Tecnologia do Paraná. O governo federal investiu cerca de R$ 3 milhões para o desenvolvimento da tecnologia.
De acordo com o ministro da Saúde, além de reduzir o tempo da confirmação da doença, a nova tecnologia será cerca de 55% mais barata em relação aos materiais importados. Nos primeiros meses, seis laboratórios estarão aptos a realizar os exames feitos com o uso da tecnologia brasileira. A antiga, importada, será mantida durante um período de experiência.
“No ano passado, tivemos muitas dificuldades para conseguir o reagente. Nós tínhamos recursos para comprar reagentes, mas não conseguimos comprar. Foi daí que surgiu a idéia de desenvolver um reagente ‘made Brasil’. Conseguimos desenvolver um insumo ‘made Brasil’ mais eficiente, mais barato e mais importante”, avalia o ministro.
De acordo com Temporão, os insumos poderão ser utilizados também para o diagnóstico de outras doenças como a dengue, a malária e a tuberculose, além do vírus H1N1.
“ É um teste mais seguro, mais eficiente. Essa nova plataforma vai poder ser usada também para o diagnósticos de outras doenças”.
O presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Paulo Gadelha, que no ano passado foi infectado pelo vírus H1N1, também reforçou que a demora na confirmação do diagnóstico será reduzida com o uso dos produtos brasileiros.
“A pesquisa, o esforço todo não está solto. Se dirige para a solução do problema. No ano passado eu tive H1N1, e naquele momento discutíamos a capacidade de diagnósticos, e aí percebemos o quanto era difícil. A rapidez no diagnóstico que era fundamental para salvar vidas. Nós passamos por situações extremamente tensas”, afirmou o presidente da fundação.
Fonte: G1
Afinal, o que causou a tragédia nos estados brasileiros do Nordeste ?
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A matéria abaixo é parte do texto publicado no blog da Metsul Meteorologia. As integralidade das fotos da tragédia não foram aqui reproduzidas pois não é do perfil deste blog a publicação de imagens de tragédias, mas tão somente a análise dos fatos e seu conteúdo.
O que aconteceu em parte dos estados de Alagoas e Pernambuco guarda semelhança com o que ocorreu no Vale do Rio Pardo, aqui no Rio Grande do Sul, na primeira semana deste ano, e na região de Pelotas, em janeiro de 2009, logo é muito diferente das tragédias de Santa Catarina e do Rio, onde queda de encostas trouxeram vítimas e destruição. As mortes no Nordeste, na sua grande maioria, não decorreram de deslizamentos, mas de uma verdadeira massa de água, que moradores compararam a um tsunami, que “varreu” a região, levando tudo que tinha pela frente. Clique sobre a foto abaixo para ampliar e veja pela posição dos coqueiros e os demais danos como a água avançou sobre as cidades com ferocidade e rapidez que não permitiram às pessoas escapar.
Somente um volume de chuva extraordinário poderia provocar tamanha enxurrada. Em algumas áreas foram mais de 400 milímetros em tão-somente 72 horas. Observe no mapa com a chuva estimada por satélite dos últimos dias que o volume extremo de chuva foi muito localizado, o que ajuda a explicar a concentração severa de danos.
Uma tragédia colossal como esta que afeta os irmãos nordestinos sempre instiga uma série de questionamentos sobre as suas causas. Inicialmente, é importante deixar claro que esta é uma época do ano que costuma chover mais no Nordeste, especialmente nas zonas próximas do mar. A região sofre a influência das chamadas “ondas de Leste”, as easterly waves ou ondas tropicais de instabilidade que se propagam da costa africana pelo Atlântico até o Nordeste do Brasil. Mais ao Norte, estas mesmas ondas dão origem a alguns dos furacões que assolam o Caribe e os Estados Unidos.
Veja o mapa acima com a anomalia de temperatura dos oceanos medida no dia 22 de junho e note como as águas do Atlântico estão mais quentes que a média na costa do Nordeste e em todo o trajeto percorrido pelas ondas tropicais entre a África e a América do Sul. Note, então, no mapa abaixo como este aquecimento não é dos últimos dias e tem sido uma constante neste ano.
Há estudos publicados, como de Teresinha Xavier, que correlacionam a TSM (temperatura da superfície do mar) no Atlântico com as ondas de Leste que chegam ao Nordeste brasileiro. Xavier, em um de seus estudos, propôs que “o aumento das temperaturas no Atlântico intertropical poderá representar a intensificação de chuvas, pelo menos no litoral da região.”, acrescentando que “temperaturas mais elevadas na costa da África, ao sul da linha equatorial, levariam à intensificação das ondas de Leste, podendo implicar numa tendência de chuvas intensas na Zona da Mata”. Me parece que este é um caso evidente. Algumas áreas do Atlântico tiveram no primeiro trimestre os maiores valores de TSM anotados em cem anos de observação. No Atlântico Sul, não se observava aquecimento semelhante desde 1972/1973. Os mesmos elementos de TSM descritos em comentário aqui na semana passada sobre uma possível temporada ativa de furacões neste ano no Atlântico Norte ajudam a explicar o que ocorreu no Nordeste. Por fim, não é possível correlacionar ainda, ao meu ver, o resfriamento do Pacífico com este episódio no Nordeste. Se houve alguma influência foi mínima, mas por ter se tratado de um evento isolado e as mudanças nos regimes de chuva não se operarem de forma automática à mudança de sinal no Pacífico parece-me que a resposta está muito mais no Atlântico do que no Pacífico. Mas, como nada se opera isoladamente, é minha crença que este enorme aquecimento do Atlântico tropical neste ano é resultado do intenso aquecimento das águas tropicais próximas do Equador em conseqüência do finado evento de El Niño.
Veja no gráfico acima do TSA (Tropical South Atlantic Index) que o índice apresenta agora em 2010 seus maiores valores desde 1998, ano de transição de um Super El Niño para La Niña, coincidindo com o fato de que o recém terminado episódio 2009/2010 do Niño foi o mais intenso desde o de 1997/1998. O Norte e o Nordeste do Brasil têm um alto risco de eventos extremos de chuva no restante de 2010 e no começo de 2011.
Medicamento contra a gripe suína já está disponível em SP, mediante retenção da receita médica.
O medicamento Oseltamivir, mais conhecido por seu nome comercial Tamiflu, o único encontrado no Brasil para tratamento contra a gripe suína (H1N1), encontra-se disponível para os doentes mediante receita médica em duas vias, sendo que uma delas ficará retida.
O comunicado oficial e maiores informações encontra-se na página do Centro de Vigilância Epidemiológica de SP, que poderá ser acessada clicando AQUI.
Estados devem receber medicamento para combate à gripe suína (H1N1).
O Ministério da Saúde vai distribuir aos Estados 1,9 milhão de medicamentos destinados ao tratamento da influenza A (H1N1) – gripe suína –, para enfrentar um possível aumento da doença durante o inverno. As doses são suficientes para tratar 38 vezes mais casos do que o número de ocorrências graves que atingiram o país no ano passado (48.978).
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, “é um estoque estratégico para o caso de uma pandemia ou para a manifestação de um novo tipo de influenza”. Temporão disse, entretanto, que, devido ao resultado da campanha de vacinação contra o vírus Influenza H1N1, o país está livre de uma epidemia da doença.
O estoque, destinado ao uso adulto e pediátrico, só será liberado pelo ministério em caso de necessidade comprovada. Uma parte será destinada à rede de farmácias populares, em que 90% do preço será subsidiado.
Neste ano, foram registradas 609 internações e 74 mortes em decorrência da influenza A (H1N1).
Temporão também destacou a importância da campanha de vacinação de idosos contra a gripe comum. Até agora, 75% do público-alvo foram vacinados.
O ministro pediu que os brasileiros ajudem na prevenção de doenças típicas de inverno.
– Pedimos que evitem a automedicação e mantenham hábitos de higiene como não compartilhar copos e talheres e lavar sempre as mãos. Isso ajuda a reduzir drasticamente os casos de gripe.
Fonte: Correio do Brasil



