Para quem não gosta de inverno, essa definitivamente não é uma boa notícia: O frio deve retornar, e com força total a semana que vem, podendo chegar a marcas bem menores do que os recordes do meio do mês de julho passado em áreas da região Sul, mas ao contrário do que ocorreu com aquela onda de frio, os modelos indicam que esta deverá chegar à região Sudeste, trazendo primeiro um pouco de chuva e depois o frio bem intenso. Veja abaixo a estimativa por modelos climáticos para o dia 06/08:

modelo para 05/08/2010 - clique para ampliar em nova janela
Já para a região Sul, as chuvas podem ser muito fortes já a partir deste final de semana e infelizmente ali a situação deve ser critica, com temperaturas que devem baixar de zero grau, com tendência a ocorrência de óbitos de moradores de rua, portanto o alerta já fica dado.
Para quem é da região e quer maiores informações, sugiro o acesso ao site da Metsul, que anuncia a próxima onda de frio com potencial para ser uma das que entrarão para a história.
Lembrem-se que a perspectiva de um inverno mais rigoroso ao final de julho e mês de agosto já foi prevista e divulgado aqui em posts passados…
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Não vou colocar aqui nenhuma matéria de jornal ou revistas, eis que totalmente desnecessário. Basta abrir qualquer site de notícias, assistir a qualquer jornal na TV ou ler matéria sobre saúde em jornais de circulação no país, que percebe-se a gravidade da epidemia de Dengue que permanece até agora.
Os estados do nordeste que foram atingidos por enchentes agora tem suas epidemias, as piores da história, pois as águas paradas e o grande volume de lixo existente nas ruas ajuda na proliferação do mosquito. Mas esse não é o grande problema, pois seria pontual e teria uma razão. Ocorre que todos os demais estados do país apresentaram epidemias gravíssimas, praticamente todos com índices que bateram recordes históricos.
E o que eperar do futuro próximo ? Com um número assusador de doentes este ano, e sabendo que pessoas que já adquiriram a doença uma vez, tem infelizmente a tendência de em uma segunda infecção, ter um caso muito grave, podendo inclusive levar à morte, o que as autoridades estão fazendo a respeito ?
Não vejo nada neste país que demonstre algum tipo de atitude séria no combate ao mosquito transmissor. Não há a permanência de campanhas para alertar a população, não há atitude séria dos governos no combate ao mosquito. Como sempre vão esperar a epidemia chegar, e quando isso ocorrer não há o que fazer a não ser o que sempre vemos: Hospitais de campanha, pessoas sofrendo em filas e um caos formado por um estado estúpido de memória de peixe de aquário, com uma população que também tem muita culpa, mas em sua maior parte, pela ignorância.
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Gosto do trabalho da equipe da Metsul Meteorologia, pois considero um dos mais profissionais do país e por isso mesmo sempre que vejo algum post interessante em seu blog, costumo divulgar por aqui e esse é um deles: Segundo o pessoal da Metsul, a enorme onda de calor que ocorre no hemisfério sul e á matou muita gente principalmente na Europa, embora assustadora, não está aumentando a temperatura do planeta. Na média, ao contrário do que se pensa, a temperatura média resfriou neste mês e poderemos ter ainda grandes ondas de frio por aqui. Veja parte da matéria:
Apesar destas impressionantes ondas de calor, o planeta se resfria neste mês de julho. Observe as quatro áreas assinaladas no mapa de anomalia da temperatura da superfície do mar no mundo. A queda da temperatura da Terra neste mês está associada ao enorme resfriamento do Pacífico Equatorial em episódio de La Niña que a MetSul Meteorologia está alertando aos seus clientes, atenção, pode ser um dos mais intensos das últimas décadas. Observe que, assim como as anomalias muito positivas de temperatura do mar favoreceram o fevereiro tórrido no Sul do Brasil e no Sudeste, as águas estão agora muito quentes junto às regiões que passam ou recém enfrentaram ondas de calor intensas como a Rússia, Japão e o Nordeste dos Estados Unidos.
Se por um lado algumas regiões do globo têm calor extremo, outras têm frio histórico, como se a atmosfera buscasse equilíbrio e uma compensação. A recente onda de frio na América do Sul que deixou mais de 100 mortos com neve sem precedentes em áreas da Argentina e Bolívia é um exemplo. Lima, capital peruana, teve a menor temperatura em 40 anos. Buenos Aires registrou a menor mínima desde 1991 e pela primeira vez dois dias seguidos com mínimas negativas sem seu observatório central desde 1967. Atente no mapa abaixo para as anomalias negativas de temperatura impressionantes registradas na América do Sul entre 12 e 19 de julho deste ano, segundo a NASA (comparação com as médias 2000/2008).

A persistência do calor intenso no Norte do planeta, para nós da MetSul Meteorologia, assim, é um sinal que teremos ainda eventos significativos a extremos de frio aqui no Estado e Cone Sul no que resta deste inverno e na primavera. A próxima semana, por exemplo, é um claro exemplo desta idéia, quando uma poderosa massa de ar polar deve voltar a atuar na Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil.
fonte: Metsul
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Tags: 2010, Brasil, calor, Europa, frio, hemisfério norte, inverno, La niña, meteorologia, sul, temperatura
Uma análise preliminar de dados, divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (28), aponta que o número de casos graves e de morte causadas pela gripe H1N1 no Brasil caiu entre março e julho, em todas as regiões do País.
Os dados são reunidos de acordo com semanas epidemiológicas. Na semana 10, entre 28 de fevereiro e 6 de março, o país apresentou 79 hospitalizações por conta da doença, o maior número em 2010.
Já na semana 28, de 11 a 17 de julho, não houve nenhum registro de internações ligadas à gripe. O ministério também destaca o mesmo padrão quanto ao número de mortes: 11 na semana entre 21 e 27 de fevereiro e nenhuma entre 4 e 17 de julho.
De acordo com o órgão, os números refletem o impacto da campanha de vacinação realizada no Brasil em 2010, que imunizou 88 milhões de pessoas contra a gripe pandêmica entre 8 de março e 2 de junho.
Durante a campanha, foram vacinadas gestantes, doentes crônicos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, adultos entre 20 a 39 anos, indígenas e trabalhadores de serviços de saúde.
O ministério afirma que os números são parciais. A atualização do banco de dados é feita pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.
Fonte: G1
- Segundo o governo e a matéria, o resultado de poucos casos da gripe é resultado da campanha de vacinação. Mas eu discordo em parte com isso pois basta pesquisar os números mundiais e verifica-se que mesmo em países em que a vacinação deu-se de modo muito reduzido, ou até inexistiu, a gripe teve uma queda acentuada.
- Como não se conhece praticamente nada do modo como se comportam os vírus nas pandemias, eis que esta é a primeira acompanhada, não há como ter as certezas que andam divulgando por aí. Acredito que antes de “cantar vitória” é preciso cautela, principalmente porque temos muitas variantes em circulação e a falta de conhecimento mais específico na área gera inúmeros equívocos.
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Via PROMED por e-mail:
Mortes por Alzheimer quase dobram em cinco anos em SP
Octogenários têm cerca de 50% de chance de desenvolver a doença
Aos 71 anos, Maria Viegas Napoli muitas vezes não reconhece as próprias
filhas. Ela foi diagnosticada com mal de Alzheimer há cinco anos, época em
que a capital registrava 494 casos de óbitos provocados pela doença. No fim
do ano passado, já eram 939 – um aumento de 90% no período. É o que mostra
um levantamento inédito feito pelo “Jornal da Tarde” com base do Programa de
Aprimoramento das Informações de Mortalidade (PRO-AIM) de SP.
O mal de Alzheimer é a principal causa de demência em pessoas com mais de 60
anos, dizem os médicos. A partir dessa faixa etária, a chance de desenvolver
a doença é de 5% e dobra a cada cinco anos – aos 85 anos, chega a 50%. “A
doença faz com que o paciente perca suas funcionalidades e se torne
completamente dependente”, diz a geriatra Luciana Pricoli. “Os medicamentos,
a fisioterapia e a psicoterapia podem retardar essa perda”, completa.
Os neurônios morrem e, junto com eles, se vão as datas, lembranças e
fisionomias – como os contornos dos rostos das filhas de Maria. A perda da
capacidade cognitiva, do raciocínio e da linguagem, muitas vezes, é
confundida com processos naturais do envelhecimento, daí a dificuldade de um
diagnóstico precoce.
Por enquanto, a doença é identificada por meio de sinais clínicos e com a
ajuda de testes. Na semana passada, contudo, durante o Congresso
Internacional sobre Alzheimer, no Havaí, os especialistas propuseram que o
diagnóstico passasse a ser feito por meio de tomografias, antes do
surgimento dos sintomas, conforme noticiou o jornal norte-americano “New
York Times” – o que poderia triplicar, segundo os pesquisadores, o número de
diagnósticos.
No Brasil, os médicos passaram a estudar a doença mais a fundo em 2001,
quando o governo federal começou a oferecer tratamento médico para Alzheimer
na rede pública de saúde. No mesmo ano, a Prefeitura de São Paulo criou um
protocolo para facilitar o diagnóstico dos pacientes com sinais da doença,
um dos fatores que ajudam a explicar o aumento exponencial de casos
identificados na cidade. Nos últimos 10 anos, entre 1999 a 2009, a doença
passou da 80ª para 21ª posição entre as causas de morte na capital.
Comentário (PROMED):
[Este um interessante exemplo de doença emergente. Seria o mal de Alzheimer
uma doença efetivamente emergente? Alternativas seriam: mais e melhor
diagnósticos, em parte pelo melhor acesso aos serviços de saúde, em parte
pela dificuldade de lidar com esses pacientes em casa.
Há décadas, quase toda família tinha um idoso com certo grau de demência, à
época, as famílias maiores, menor número de mulheres no mercado de trabalho
e menor concentração humana nos grandes centros urbanos eram fatores que
facilitavam o cuidado com esses pacientes.
Muitos desses pacientes nem mesmo chegavam ao serviço de saúde, a demência
em idosos era considerada uma parte da vida, hoje, a medicalização da
velhice avança com a mesma velocidade com que avançou na infância.
Verdade que as mais e mais pessoas vivem mais e mais - resultado, maior
número de idosos com demência. Pergunta: mudou a proporção?
Novos tempos, novas manias - ljs]
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Esta é uma matéria que saiu no blog da Metsul, uma curiosidade científica sobre o transporte de material na atmosfera: Uma enorme nuvem de poeira se formou no altiplano boliviano, e devido aos fortes ventos da camada mais alta da atmosfera, foi carregada América do Sul afora, chegando em grande escala na Argentina, causando confusão e muitas dúvidas à área de meteorologia local, e com certeza chegou ao Brasil, provavelmente com mais intensidade na região sul, mas podendo sem sombra de dúvidas ter chegado com fraquíssima intensidade a outras regiões… ou seja, você pode estar respirando poeira boliviana, carregada de esterco de llama e sabe-se mais lá o que…
Isso mostra como é difícil e imprevisível o que ocorre nas camadas atmosféricas. Um vulcão ao longe ou uma tempestade de poeira, podem levar partículas a regiões impensadas. A NASA captou imagens mostrando a parte visível do “carregamento” da tempestade de poeira. A parte “invisível” é que é o problema…


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Um tornado atingiu região entre as cidades de Gramado e Canela, com ventos que podem ter chegado a 200Km/h, o que significa um tornado da categoria F2.
Os estragos foram grandes, casas destelhadas, árvores arrancadas com raiz e algumas cuja raiz era mais forte, foram quebradas ao meio. As informações da Metsul dão conta da importância do fenômeno:
“A MetSul Meteorologia não têm dúvidas de que um tornado passou pela região entre Gramado e Canela, tanto que os jornais atendidos por nós (Grupo Sinos e Correio do Povo) já saíram hoje com a notícia de tornado na capa e não com múltiplas hipóteses para o fenômeno em seu noticiário impresso. Os danos de ontem à noite repetem imagens muitas vezes vistas antes em tornados no Rio Grande do Sul. Todas as características sinalizam inequivocadamente para um episódio tornádico como concentração de danos numa faixa, severidade dos estragos e relatos de moradores de que o vento intenso durou menos de um minuto, 40 segundos em muitos depoimentos. Há um dado meteorológico relevante. Enquanto a estação automática do Inmet registrou vento de 124 km/h, uma outra estação automática, essa pessoal, instalada no Condomínio Quinta da Serra, a apenas 450 metros de distância do equipamento governamental, não acusou nada de vento intenso, confirmando a idéia de tornado e descartando completamente a possibilidade de microexplosão.
É equivoco acreditar que a velocidade máxima do vento atingida entre Gramado e Canela tenha sido aquela indicada pela estação do Instituto Nacional de Meteorologia de 124 km/h. Por onde o tornado passou o vento foi muito superior. As imagens dos danos são consistentes com um tornado de categoria pelo menos F2 na escala de Fujita, ou seja, vento entre 180 e 250 km/h. Uma das imagens mais impressionantes de danos mostra o tronco de uma árvore, grosso, completamente decepado, quando em regra as imagens que se têm de árvores ‘cortadas como se fosse por uma navalha´ em tornados aqui no Sul do Brasil são de espécies com troncos mais finos.”
As imagens mostram parte da destruição:



“Há um dado crucial que explica a formação de tornado. A história climática do Rio Grande do Sul mostra que em diversos episódios de tornados no Estado havia a presença de uma intensa corrente de jato (vento) em baixos níveis da atmosfera atuando. Era o que se via no dia de ontem. A análise das 0Z de 22 de julho (hora aproximada do tornado) mostrava um jato de baixos níveis intensos com vento de 35 m/s (130 km/h) exatamente sobre a Serra. Favorecendo ainda a divergência de vento (shear) que tende a estimular eventos severos se notava a presença do jato subtropical ativo sobre o Rio Grande do Sul. Ademais, avançava ainda uma frente fria e o gradiente (diferença) de temperatura era acentudíssimo a ponto de pouco antes do tornado (20h) Canela registrar 21,7ºC e no mesmo horário cidades mais ao Sul estarem com 11ºC a 13ºC.”
- As informações e imagens são da METSUL.
- A frente fria com áreas de instabilidade permanecem na região sul do Brasil, e dirige-se ao sudeste. Teremos a frente chegando em São Paulo provavelmente já na tarde de sexta-feira, com possibilidade de chuva forte com temporais em algumas localidades. A temperatura deverá cair um pouco, mas nada comparável à da semana passada, mas após a passagem dessa frente, teremos em breve a chegada de uma massa de ar polar que deverá diminuir bastante a temperatura, mas isso só na próxima semana…
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Tags: 2010, Canela, clima, frente fria, frio, Gramado, inverno, Rio Grande do Sul, RS, tempo, temporal, tornado, ventos
Foz do Iguaçu e Londrina – No dia em que a primeira morte por gripe A no Paraná completou um ano, a Secretaria de Estado da Saúde Sesa confirmou o 16.º óbito causado pelo vírus Influenza H1N1 em 2010. Brenda Giovana Senin Duarte, 11 anos, faleceu após 14 dias de internamento na Unidade de Terapia Intensiva UTI do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, em Foz do Iguaçu, na Região Oeste. No domingo à noite, ela sofreu uma parada cardíaca. Em 2009, a primeira morte pela nova gripe ocorreu no dia 19 de julho, em Jacarezinho, no Norte paranaense.
O que mais chamou a atenção no caso de Brenda é que ela havia sido vacinada contra a nova gripe. Segundo a chefe da Divisão de Atenção à Saúde da 9.ª Regional de Saúde, Diana Arenas, os cuidados com a gripe suína e outras doenças transmissíveis devem ser constantes, já que nenhuma vacina é 100% eficaz. “Lamentavelmente, mesmo com a imunização, pode acontecer de qualquer doença evoluir para um quadro mais grave, chegando a levar as pessoas à morte. Por isso a vacina não pode ser vista como única forma de prevenção”, orienta. Quanto à gripe A, a melhor maneira de se proteger ainda é manter a higiene das mãos e evitar lugares aglomerados e fechados veja quadro nessa página.
Das 22 regionais de saúde, oito já registraram mortes. Maringá, com quatro óbitos e 630 casos confirmados, lidera a lista, seguida pelas regionais de Londrina e Curitiba, com três cada uma. Segundo a Sesa, pelo menos um terço das vítimas tinha entre 20 e 49 anos. Outra faixa etária bastante afetada é a de pessoas com idade entre 5 e 19 anos.
De acordo com último boletim epidemiológico da secretaria, divulgado ontem, o Paraná soma 1.655 casos confirmados da doença e outros 2.922 descartados. No mesmo período do ano passado, haviam sido anotadas 33 confirmações e nenhuma morte. Em 2009, no total foram 289 mortes. Ainda segundo a Sesa, já foram vacinados mais de 5,6 milhões de pessoas em todo o estado.
Vacina de sobra
Por causa da baixa procura pela vacina contra a gripe A H1N1, a Secretaria de Saúde de Londrina decidiu ampliar a imunização para pessoas com até 19 anos, por tempo indeterminado. Até então, só tinham direito a receber a dose crianças com idade entre 10 e 13 anos. Há cerca de 20 mil doses sobrando.
Em uma semana, somente 12 mil pessoas do público-alvo anterior (10 a 13 anos) procuraram as unidades de Saúde de Londrina para ser vacinadas. Ao todo, havia 25 mil doses disponíveis. A baixa procura motivou a ampliação da faixa etária da campanha.
“Imagino que não vai dar para toda a população [de 14 a 19 anos]. Ainda tem os que não foram vacinados até 13 anos. São aproximadamente 60 mil pessoas”, explicou a gerente de epidemiologia, Sandra Caldeira. Quem for aos postos de saúde deve levar a carteira de vacinação. “Muitas pessoas nessa faixa não vão até os postos. Então vamos aproveitar a oportunidade para vacinar contra a hepatite B”, completou.
Fonte: Paraná soma 16 mortes por gripe A -
- Fica aqui portanto o alerta que sempre coloquei: Mesmo com a vacina, as pessoas tem que se precaver ! – Aliás, é importante lembrar que felizmente temos baixo índice de doenças respiratórias graves este ano, mas podem ter certeza que foi devido ao tempo quente que fez por longos dias, mas a frente fria que tivemos semana passada, e que permanece em algumas regiões, trará com certeza o aumento dessas doenças e em consequência o número de óbitos, mas nada comparável ao ano passado.
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Tags: criana, epidemia, gripe A, gripe suína - (H1N1), H1N1 (Gripe suína), jovem Foz de Iguaçu, morte, nova gripe, pandemia, Paraná, PR
Assim como ocorreu em outros anos, a explosão de casos de dengue registrada no País em 2010 está longe de ser uma surpresa. Epidemias da doença no Brasil obedecem um comportamento padrão. Uma onda de casos se alastra por determinadas áreas, atinge seu pico e só retrocede quando parte da população foi contaminada e se torna resistente ao vírus.
O movimento se reinicia em duas ocasiões: quando um novo vírus passa a circular – encontrando um grupo grande de pessoas não imunizadas – ou quando ele retorna a uma determinada região depois de alguns anos. Esse é o tempo necessário para um novo grupo de pessoas suscetíveis se formar – seja com nova geração nascida, seja com pessoas que vieram de outras áreas e nunca tiveram contato com a doença.
Desde 2009, há alerta para retorno do vírus tipo 1, que não circulava havia tempos. O resultado é refletido nas estatísticas: 120% casos a mais que o registrado em 2009. A perspectiva para 2011 não é das melhores: a circulação do vírus deve se manter e há risco de uma legião de suscetíveis ser contaminada. Só há uma forma de evitar esse drama anunciado: a redução drástica do mosquito transmissor da doença – algo que a experiência vem mostrando ser muito difícil no País.
O retorno da circulação do vírus tem impacto direto no aumento do número de casos. Mas essa lógica não se aplica para explicar o alto índice de mortes provocadas pela doença. Quanto mais antiga a epidemia, maior o risco de a pessoa estar exposta a um dos quatro subtipos do vírus da dengue e, portanto, de contrair mais de uma infecção. Um fator que pode ajudar a tornar mais grave a doença, mas que, de acordo com especialistas, não explica um alto índice de mortalidade. A receita para isso é conhecida, mas igualmente difícil de ser aplicada no País: acesso rápido a tratamento.
Fonte: - Estadao.com.br.
- Fica aqui a questão: O que estão fazendo a respeito ? Só vemos propaganda e algo sendo feito quando as epidemias já estão instaladas. Basta baixar o número de doentes e não se fala mais nisso, até que tudo retorna e as promessas também… É como as enchentes nas regiões ribeirinhas, nas cidades grandes (SP, por exemplo), e por aí vai.
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O Ministério da Saúde pediu na quinta-feira 15 que a população fique alerta para os sintomas de gripe e resfriados, com o começo do inverno, quando as temperaturas diminuem. O ar fica mais seco e há uma maior concentração de pessoas em ambientes fechados, o que favorece a circulação de diversos tipos de vírus que causam problemas respiratórios.
A gripe é uma doença causada pelo vírus influenza, entre seus principais sintomas estão: dor de cabeça, dor de garganta, febre, congestão nasal, tosse e coriza. Os sintomas costumam se manifestar entre dois e três dias após o contágio e duram em média, uma semana. No Brasil, o aumento dos casos de gripe ocorre geralmente entre os meses de maio e outubro.
O resfriado tem sintomas que se confundem com o da gripe, mas esses demoram menos tempo e são mais leves. A febre é menos comum e quando aparece o paciente não tem altas temperaturas.
Crianças e idosos representam o grupo de maior risco, pois apresentam maiores complicações quando contraem os vírus da gripe. No Brasil, a campanha da vacinação de idosos tem o objetivo de reduzir óbitos e internações causadas pela gripe, seguindo a recomendação da OMS Organização Mundial da Saúde.
Para evitar doenças respiratórias, é necessário que a população redobre os cuidados com a higiene. Segundo a Coordenadora de Vigilância de Doenças de Transmissão Respiratória do Ministério da Saúde, Márcia Carvalho, lavar as mãos frequentemente, não compartilhar objetos pessoais se estiver gripado ou resfriado e tapar a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir é a melhor maneira de prevenir essas doenças. Para ela, essa é uma forma barata e eficaz de prevenção e deve ser adotada por toda a população.
De acordo com o ministério, a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra diversas doenças, inclusive a gripe. No caso da influenza A H1N1 gripe suína, o Brasil é o país com o maior registro de pessoas vacinadas 44% em relação à população total. O percentual coloca o país à frente dos Estados Unidos com 26%, do México com 24% e da Suíça com 17%.
Fonte: Folha.com -.
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As mortes por dengue no Brasil dobraram em relação a 2009. Até 1.º de maio foram confirmados 321 casos fatais, 94,5% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado (165). Somente em São Paulo, 99 pessoas morreram por causa da doença. Os números dos primeiros quatro meses de 2010 superam os da epidemia de 2002, quando foram contabilizadas 152 mortes ao longo de 12 meses.
Essa estatística recheada de mortes, revelada pelo Informe Epidemiológico da Dengue do Ministério da Saúde, é dramática porque, segundo especialistas, escancara um diagnóstico de autoridades sanitárias: mortes por dengue são evitáveis. “Mas, para isso, é preciso atendimento rápido e adequado. Não é necessário muito dinheiro, só boa orientação. Morte por essa doença deveria ser uma rara exceção, não uma fatalidade”, diz o epidemiologista Jarbas Barbosa.
Para piorar o quadro, neste ano a letalidade da doença alcança 5% dos casos, cinco vezes mais que o considerado aceitável pela Organização Mundial da Saúde. Em São Paulo, onde foram registrados 1.737 casos, o índice de letalidade é de 6%.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde afirmou que alguns dos fatores que explicam o alto número de óbitos são “a maior incidência de casos em relação a anos anteriores e a circulação de três diferentes sorotipos (do vírus da dengue) no Estado ao longo dos últimos anos, o que aumenta a possibilidade de reinfecção e, consequentemente, de o paciente apresentar formas graves da doença”.
Em dez Estados e no Distrito Federal, os índices são ainda mais elevados. No Piauí e no Amapá, a letalidade chega a 20%.
Causas. A doença ressurgiu com força no Brasil na década de 80 e epidemias começaram a ser registradas a partir de 2002. Desde então, há dificuldade de manter índices de letalidade em níveis aceitáveis.
A epidemiologista Meri Baran, da Fundação Oswaldo Cruz, explica que o tipo 1 do vírus da dengue predominou nas epidemias mais importantes registradas em diversos Estados. “Esse foi o primeiro vírus a chegar ao Brasil, em 1986. Depois disso, tivemos epidemias pelo tipo 2, em 1991, e pelo tipo 3, em 2001 e 2002. Então, há uma geração que não teve contato com o vírus 1, mas teve dengue 2 ou dengue 3″, conta. Essas pessoas, expostas agora ao vírus 1, estão sendo reinfectadas, o que provoca a forma mais grave, a dengue hemorrágica. “É importante que se faça o diagnóstico precoce.”
Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, os dados de letalidade refletem a dificuldade de acesso ao atendimento. “Ao contrário dos números gerais da epidemia, as mortes estão associadas apenas ao fator saúde: atendimento rápido e eficaz”, admite.
Coelho constata que o maior porcentual de óbitos é registrado em áreas urbanas, onde o sistema de saúde tem demanda alta. “Em épocas de epidemia, pacientes com dengue têm de aguardar na fila com pessoas com outras doenças, acidentados, vítimas de violência.”
Um problema que poderia ser resolvido se houvesse maior organização do sistema, tarefa que cabe aos Estados, municípios e ao próprio Ministério da Saúde. “Em situações de epidemia, esquemas diferenciados de atendimento têm de ser organizados.”
A necessidade do preparo de planos de contingência é lembrada há tempos pelo ministério. Faltam estratégias de emergência mesmo em áreas consideradas de risco. Coelho afirma que apenas 9 Estados e 11 capitais apresentam documentos completos e atualizados. “Nosso esforço é que, até setembro, todas as unidades tenham um plano em mãos.”
Fonte: Estadão/ COLABORARAM CLARISSA THOMÉ e KARINA TOLEDO
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Pelo menos 84 pessoas morreram e 675 foram hospitalizadas no Brasil este ano em razão do vírus influenza A (H1N1), a gripe suína. O número inclui as mortes registradas entre 1º de janeiro e 5 de julho.
De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, a Região Norte registrou 44 óbitos e 256 casos graves da doença. Em seguida, vem o Sul do País, com 15 mortes e 243 casos.
A Região Nordeste contabilizou 12 óbitos e 99 casos graves, o Sudeste registrou dez mortes e 63 casos, e o Centro-Oeste teve três óbitos e 14 casos graves confirmados.
Em todo o ano passado, desde o dia 25 de abril, foram registradas 2.051 mortes decorrentes da gripe suína no País. Somente na Região Sudeste foram registrados 973 óbitos.
Fonte: Estadão
- O número não chega nem perto do registrado o ano passado, mas devemos lembrar que o clima quente nas regiões Sul e Sudeste favoreceram em muito a não propagação do vírus H1N1 até agora. No entanto, as baixas temperaturas enfrentadas desde o início desta semana com certeza aumentarão o número da casos, mas ainda assim não se espera de modo algum um índice como o ocorrido. De qualquer modo é sempre bom lembrar de manter a prevenção, lavando sempre as mãos ou utilizar alcool, além de, com tempo frio, evitar aglomerações em locais fechados.
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Tags: 2010, Brasil, casos, casos graves, gripe A, gripe suína - (H1N1), H1N1 (Gripe suína), inverno, mortes, números, nova gripe, pandemia, situação atual, tendência
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